Blih! lança linha fitness e anuncia nova loja até o fim do ano

Prestes a completar quatro anos de vida, a marca carioca Blih! agora pretende ir além da moda praia e vai investir também na linha ftness, além de abrir mais um espaço comercial ainda este ano. Outra aposta da grife, que começou vendendo seus produtos nas redes sociais, é transformar a loja na galeria Fórum de Ipanema, aberta no fim do ano passado, numa espécie de "coletivo". Com essas novidades, a expectativa para este ano é bem otimista: apenas na loja física, os sócios Debora Dyskant e Felipe Guendler esperam crescer entre 30 e 40%, com relação ao verão de 2017. Em termos gerais, a label espera fechar o ano com um aumento de até 50% nas vendas, impulsionado ainda pelas exportações para países como Itália e Portugal.

Confira abaixo nosso bate-papo com Debora sobre como a grife vem desenvolvendo sua estratégia de crescimento ao longo dos anos:


Além de biquínis, a Blih! aposta em maiôs que fazem às vezes de bodies, sejam de manga ou de alça, charmosos para serem usados em um pós-praia - Divulgação

FASHION NETWORK: Vocês começaram vendendo nas redes sociais. Quando perceberam que era hora de investir em um e-commerce e abrir uma loja física? 

Debora Dyskant:
A Blih! lançou o e-commerce em 2016, após perceber que as vendas via redes sociais não atendiam mais à grande demanda. O aumento gradual chegou a 80% comparado com os primeiros meses da marca. E isso foi nítido não só nos meses de verão, mas também nos de outono/inverno, pois passamos a vender para países europeus. O aumento de vendas internacionais subiu consideravelmente, beirando os 60% comparado ao primeiro ano.

A marca está diversificando as linhas. Quais as expectativas de venda dessa nova frente?

Debora Dyskant: 
Resolvemos testar uma demanda por roupas fitness. Algumas das nossas peças, como os croppeds, já eram usados como tops de ginástica antes mesmo de lançarmos oficialmente essa linha. A mulher brasileira está cada vez mais prática, flexível e buscando por looks multiuso. Já vimos nossas calças de ginástica sendo utilizadas por clientes para sair à noite, com um escarpin. Isso aumenta mais ainda nossa expectativa positiva com relação a esta gama de produtos.

Os coletivos e colaborações são uma tendência na moda mundial. Vocês estão planejando algo neste sentido?

Debora Dyskant:
  A loja é da Blih! Brazilian Bikini e é predominantemente focada em moda praia, mas decidimos incluir um mix multimarcas para agregar valor à loja. Sabemos que atualmente, a consumidora quer praticidade e opções na hora da compra. Então, incluir uma marca de óculos escuros e joias de prata com pedras semi-preciosas tem tudo a ver com esse conceito e mensagem de "pacote completo" que queremos passar. E temos total interesse também de abraçar mais marcas futuramente. Nosso objetivo é agregar valor com parceiros que façam a diferença para o nosso público.


A Blih! investe em estampas exclusivas e tecidos tecnológicos - Divulgação

Em termos de tecnologia de produto, quais são as apostas da  Blih!?

Debora Dyskant:
Todas as nossas peças utilizam-se de proteção UV/UB50+. Além disso, trabalhamos com os melhores tecidos do mercado (ex: fluity/trilobal), afim de providenciar algo que ressalte não só a beleza das estampas (exclusivas), mas que garanta conforto, qualidade e durabilidade também. 

Vocês fornecem também para outras marcas?

Debora Dyskant:
Todas as nossas peças são produzidas dentro da fábrica (familiar) que produz há mais de 30 anos para grandes magazines brasileiras. Ela fica em São João de Meriti-RJ, e emprega cerca de 120 funcionários. 
 
Quais são as expectativas para 2018 em termos de vendas?

Debora Dyskant:
As expectativas são as mais positivas, especialmente com a nova loja em Ipanema, Veste Rio (participaremos na última edição do ano pela primeira vez no setor de negócios - sempre participamos apenas do outlet), os aprimoramentos no e-commerce (demanda contínua) e o aumento considerável nas exportações (ex: Itália e Portugal).  A nossa previsão é de um aumento considerável, entre 30 e 40% na loja física, com relação ao verão de 2017. No total, podemos esperar um aumento de até 50%. 

Vocês pensam em abrir mais lojas? 

Debora Dyskant:
Sim! A ideia é ter pelo menos mais uma loja aberta até o final do ano.  


Os sócios Debora Dyskant e Felipe Guendler - Divulgação

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