Falta de trabalhadores leva têxtil para África, diz o JN

“Falta de trabalhadores  leva têxtil para África”, foi a manchete da edição do JN no último domingo, em que o diário dedica duas páginas a uma reportagem onde se afirma que países como a Tunísia e Marrocos estão a receber produção de empresas portuguesas de vestuário.


A carência de mão de obra especializada é uma queixa comum a empresários, sindicatos e centros de formação da indústria têxtil e de vestuário ouvidos pelo JN.

“Há, nos últimos tempos, insuficiência de mão de obra em todos os domínios, sobretudo de costureiras no setor de vestuário”, afirma ao JN João Costa, vice-presidente da ATP, acrescentando que essa deslocalização é inevitável, sob pena de algumas empresas pararem a produção e não conseguirem responder às encomendas.

Em 2016, o Modatex bateu todos os recordes –  formou 13 mil pessoas e deu 1,2 milhões de horas de formação atingindo elevadas taxas de empregabilidade – mas nem assim conseguiu satisfazer as crescentes necessidades das empresas.   
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