Geox: vendas em alta de 3% em 2016

A Italiana Geox registou em 2016 um volume de negócios de 900,8 milhões de euros, em crescimento de 3% em relação a 2015. O lucro líquido assistiu a uma contração, passando de 10 para 2 milhões de euros no período. Seu Ebitda recuou também: ele ficou em 47,5 milhões de euros em 2016, contra 61,8 milhões no ano anterior.

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Vendas e malta puxadas pela rede de vendas por grosso, um nicho que exibe um salto de 11,7% a nível mundial, da mesma forma que a atividade em linha, que avança mais de 30%. A atividade de calçados representa 91% das suas receitas, ficando em 815,5 milhões de euros (+3,9% em relação a 2015), ao passo que o polo vestuário caiu 4,6% (85,2 milhões de euros).
 
As vendas europeias constituem 44% do seu volume de negócios global, indo a 396,6 milhões de euros (+5,6%). "A Rússia e os países da Europa Oriental contribuem em primeiro lugar para esta melhoria, mas Áustria, Suíça e o Reino Unido dão também satisfação com um crescimento na casa dos dois dígitos", explica Mario Moretti Polegato, presidente e fundador do "calçado que respira", que realiza 30% das suas vendas em seu mercado doméstico. Na América do Norte, as vendas de 2016 assistiram a uma contração de 3,4% (60 milhões de euros).
 
A calçadista italiana redefine a rede da marca, abrindo novas lojas em novos países e racionalizando mais sua atividade nos mercados maduros. Assim, ela abriu 104 lojas em 2016 e se separou ao mesmo tempo de 104 lojas, 21 pontos de venda fecharam em Itália, 15 em outros países e 64 unidades no resto do mundo.
 
Geox, que totaliza 1.161 pontos de venda monomarca, recentemente mudou de diretor-geral: Gregorio Borgo (ex-Pirelli) sucedeu a Giorgio Presca, que saiu com uma indenização de 4,35 milhões de euros.

Traduzido por Anderson Alexandre Da Silva

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