Modelo albina rompe barreiras da definição de beleza

A beleza não pode ser confinada com uma única definição racial, e a indústria da moda pode beneficiar-se de modelos cuja aparência representam de forma mais precisa o mundo em geral.

Diandra Forrest - Instagram
 
A modelo albina Diandra Forrest está a romper com os padrões de beleza tradicionais e propõe mudanças nessa indústria. Seus pais são afro-americanos, mas ela nasceu com albinismo, seu cabelo é naturalmente loiro e sua pele é branca.
 
Apesar dessa adversidade, Diandra ganhou fama como modelo albina e é a primeira a ser contratada por uma grande agência de manequins.
 
O albinismo é uma condição rara em que uma em cada 17.000 pessoas nascem com ela. Diandra e seu irmão mais velho sofrem de albinismo e foram alvos de escárnio na escola e na rua, onde as pessoas lhes olhavam e riam.
 
"Eu sempre me senti fora de lugar", lembra. Quando adulta, Diandra ganhou confiança e a falta de compreensão das pessoas não a incomodava. Sua aparência exótica lhe proporcionou uma carreira de manequim e, agora, ela é parte de campanhas nas principais revistas de moda, bem como de desfiles.
 
Sua beleza única expande a própria definição, permitindo que outras pessoas, que não se enquadram muitas vezes nas rígidas convenções da sociedade, ganhem visibilidade.

Diandra Forrest - Instagram

A esperança da modelo é de que as crianças com albinismo conheçam sua própria beleza. "Enquanto crescia, teria gostado de ter conhecido alguém mais velho que fosse famoso e sofresse de albinismo, para que eu pudesse me motivar e superar algumas das coisas pelas quais estava a passar àquela altura".

Graças à fama trazida pela carreira de manequim de Diandra Forrest, estes jovens albinos têm hoje alguém em quem se inspirar para superar qualquer preconceito. Veja mais no site da modelo e no Instagram.

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