APCC reúne especialistas para discutir futuro do retalho imobiliário

No ano em que celebra o seu 35º aniversário, a APCC (Associação Portuguesa de Centros Comerciais) assinala a data com a organização do seu VI Congresso, que a 28 e 29 de maio irá reunir no Museu do Oriente, em Lisboa, alguns dos maiores especialistas internacionais em inovação no retalho, marketing, foodservice e food&beverage, disrupção digital e futurismo. Juntos, os profissionais irão debater o futuro do setor do retalho imobiliário, responsável por mais de 100 mil postos de trabalho em Portugal.
 
Centro Vasco da Gama, um dos centros comerciais do portefólio da Sonae Sierra, um dos associados da APCC - Foto: DR

Para António Sampaio de Mattos, presidente da APCC, o congresso “será um momento importante de reflexão e antecipação perante um mercado cada vez mais competitivo e favorável à inovação”, reunindo “os principais atores do retalho imobiliário do mercado português e internacional para cruzar ideias e discutir o setor num plano global”.
 
Para o líder da associação, este debate é de uma importância acrescida “num contexto em que a indústria do retalho imobiliário se assume como motor da inovação no setor, seja do ponto de vista dos serviços que os centros comerciais colocam ao dispor dos consumidores, seja, por exemplo, no campo da sustentabilidade”.
 
Entre os oradores confirmados encontram-se o comissário europeu Carlos Moedas, que irá falar sobre “A inovação como motor da mudança”, o futurista Gerd Leonhard, cuja intervenção será sobre “Humanidade e Tecnologia – os próximos 10 anos”, e o consultor Ken Hughes, para explorar a questão da Inteligência Artificial. O marketer JJ Delgado, que entre 2014 e 2017 foi responsável pelos serviços de marketing da Amazon para a Europa do Sul, vai falar sobre os novos ecossistemas digitais, enquanto Alexandre Nilo Fonseca, presidente da ACEPI - Associação da Economia Digital, vai tentar responder à questão “Digital e Físico: antagónico ou complementar?”.

Em 2018, os 84 centros comerciais associados da APCC, que têm uma Área Bruta Locável (ABL) total acumulada de aproximadamente 3,3 milhões de metros quadrados (mais de 90% da ABL nacional), receberam 560 milhões de visitas, o que representa um aumento de 4,5% em relação a 2017. Juntos, somaram no ano passado uma faturação de aproximadamente 10 mil milhões de euros, uma evolução de 4,7% face ao ano anterior, revela a associação em comunicado, acrescentando ainda que, entre si, estes 84 espaços “são responsáveis pela criação de mais de 100 mil postos de trabalho diretos, para além de 200 mil indiretos e induzidos”. 

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