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Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
1 de abr de 2021
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Alexander McQueen e Balenciaga vão deixar de usar peles nas coleções

Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
1 de abr de 2021

A Alexander McQueen e a Balenciaga são as mais recentes marcas de luxo, propriedade da Kering, que vão deixar de usar peles nas suas coleções – informou a Humane Society International (HSI) do Reino Unido, na terça-feira (30 de março).


Alexander McQueen vai deixar de usar peles no vestuário, ao contrário do que acontece nesta coleção de 2014 - DR


O anúncio ocorre no momento em que o governo do Reino Unido considera fazer da Grã-Bretanha o primeiro país do mundo a proibir a venda de peles.

A McQueen e a Balenciaga juntam-se a uma longa lista de marcas de luxo que eliminaram as peles das suas coleções, tal como a Prada, Gucci, Armani, Versace, Michael Kors, Jimmy Choo, DKNY, Burberry e Chanel.

O anúncio sobre a McQueen e Balenciaga foi feito no Documento de Registro Universal de 2020 da Kering, que diz que a maioria das suas marcas já não utiliza peles nas coleções.

A HSI lidera a campanha #FurFreeBritain e trabalha com a Kering e com as suas marcas há mais de uma década. A entidade que é a divisão internacional da The Humane Society of the United States informou que quase 80% das pessoas no Reino Unido associam marcas que usam peles às palavras "cruel", "desatualizada", "antiética" ou "fora de moda".

A Kering tem um longo histórico na exclusão de peles das suas marcas. A italiana Bottega Veneta não recorre a peles há quase 20 anos e a Gucci anunciou que não usaria mais peles em 2017.

As marcas Saint Laurent e Brioni, que também pertencem ao grupo de luxo, ainda não anunciaram políticas fur-free.
 

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