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Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
30 de jan de 2020
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2 Minutos
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Amazon é a marca mais valiosa do mundo

Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
30 de jan de 2020

A Amazon fez história como a primeira marca do mundo a valer mais de 200 mil milhões de dólares, mantendo a sua posição como a marca mais valiosa do mundo pelo terceiro ano consecutivo.


Amazon


De acordo com o mais recente ranking Brand Finance Global 500, lançado no Fórum Económico Mundial em Davos, o valor de marca da Amazon atingiu 220,8 mil milhões de dólares, depois de crescer 18% em relação ao ano passado. São mais de 60 mil milhões de dólares a mais que a Google e 80 mil milhões de dólares a mais que a Apple, a segunda e terceira marcas mais valiosas do mundo.

A Microsoft, avaliada em 117 mil milhões de dólares, e a Samsung, em 94,4 mil milhões de dólares, completam o Top 5. E enquanto 44 marcas de retalho aparecem no ranking deste ano, a marca de com melhor posicionamento é a Nike, subindo para o número 41 com um valor de 34,7 mil milhões de dólares. A Gucci subiu para a 99.ª posição, com um valor de mercado de 17,8 mil milhões de dólares, seguida pela Adidas na 109.ª posição, e a Louis Vuitton na 110.ª posição.

A Target (n.º 114), Zara (n.º 128) e H&M (n.º 135) superaram a Chanel na avaliação de mercado, com esta a ficar em 136.º lugar. JD.com (n.º 142), Uniqlo (n.º 143), Hermès (n.º 154) e TJ Maxx (n.º 189) também estão entre as 200 marcas mais valiosas.

De acordo com a Brand Finance, a novidade de operar no espaço digital está a começar a desaparecer, com alguns retalhistas online a perderem o valor da marca, enquanto as cadeias físicas têm vindo a obter ganhos. Isso é demonstrado pela Walmart, que subiu três posições para entrar no top 10 mais uma vez depois de reforçar a sua estratégia digital. A retalhista norte-americana lançou recentemente os Alphabots, robots que selecionam e embalam pedidos de compras online a alta velocidade.

"Apesar da disrupção sem precedentes causada pelo comércio eletrónico, a afirmação popular de que entrar nas operações digitais traz sucesso instantâneo enquanto as lojas físicas estão condenadas à extinção está a ser revista", disse David Haigh, CEO da Brand Finance. “As operadoras digitais estão a descobrir que precisam de permanecer atentas aos consumidores, e os retalhistas tradicionais, como a  Walmart, estão a adaptar-se com sucesso às mudanças. Todos os participantes estão a perceber que o cliente é o mais importante.”

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