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Ativo torna-se premium

Por
Portugal Textil
Publicado em
today 20 de set de 2019
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A marca de vestuário infantil, criada em 2005, conta atualmente com 17 lojas próprias em Portugal e está a expandir-se internacionalmente. Com foco no mercado europeu médio/alto, para a primavera-verão 2020 a Ativo terá ainda uma linha premium para rapazes.


Pedro Carneiro


Nos segmentos de moda infantil e juvenil, a linha de vestuário da Ativo está dividida entre bebé (dos 6 aos 36 meses) e criança (dos 4 aos 16 anos). Em 2005, a Ativo começou a vender para lojas multimarca e, a partir de 2010, arriscou nas lojas próprias, chegando aos atuais 17 espaços próprios nacionais, espalhados de norte a sul do país, entre lojas de rua e em centros comerciais.

O próximo passo será, na primavera-verão 2020, oferecer uma linha premium. «Teremos duas gamas. A primeira é a Ativo normal e a segunda é a Ativo Premium. Estamos a tentar lançar esta gama para um público médio/alto, mais virado para o mercado europeu. Não propriamente para Portugal, mas para nichos de mercado nos quais sentimos que, às vezes, faz falta uma gama intermédia», explica Pedro Carneiro, diretor comercial e sócio da empresa. Em junho, a marca estreou-se na Pitti Bimbo, precisamente para apresentar esta linha. A primeira coleção da linha premium a ser lançada destina-se, para já, apenas aos rapazes. «Na coleção seguinte da Ativo Premium também vamos incluir as meninas», adianta ao Jornal Têxtil.

De Espanha ao Irão

A Ativo foi criada em 2005, em Portugal, por Hugo Hu e, em 2010, Pedro Carneiro tornou-se sócio e diretor comercial da empresa. «Em termos de pequenas coleções, de artigos básicos, produzimos em Portugal, porém representa pouco. De resto, produzimos tudo na China, onde temos uma fábrica com 30 pessoas só para amostras. Depois, as peças são enviadas, conforme o artigo, para as empresas mais direcionados para gangas ou casacos», revela.

A Ativo chega, através de cerca de 300 lojas multimarca, a países como Espanha, Grécia e Itália, exportando cerca de 50% da sua produção. No futuro, o objetivo é chegar a mercados como Irão, Holanda e Canadá. «Apesar de não ter grande poder de compra, de forma geral, o Irão conta com um nicho importante com poder de compra. Já a Holanda e o Canadá são países mais estáveis e queremos tentar entrar em mercados onde não temos aquela concorrência como acontece em Itália ou Portugal», esclarece Pedro Carneiro.

O ano de 2018 foi positivo para a marca, «com as lojas a crescerem entre 10% e 15%», afirma o diretor comercial. «Sinto que os clientes estão a procurar cada vez mais a Ativo. Temos uma boa relação a nível de preço/qualidade. Estes primeiros cinco meses estão a ser idênticos a 2018», assegura. Para 2019, o objetivo é «entrar no mercado com uma gama superior, com a nova linha premium», confessa Pedro Carneiro.

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