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Publicado em
30 de out de 2020
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4 Minutos
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Avenida da Liberdade e Rua Castilho: os boulevards da moda, luxo e beleza em Lisboa

Publicado em
30 de out de 2020

Criadas à imagem dos boulevards de Paris, em finais de Oitocentos, primeiras décadas de Novecentos, a Avenida da Liberdade e Rua Castilho que é praticamente uma extensão da primeira, em Lisboa, são eleitas pelas grandes casas de moda, luxo e beleza nacionais e internacionais. Apesar da pandemia de COVID-19 continuar a assolar Portugal, e mais ainda a Europa e o Mundo, estas artérias têm vindo a manter a afluência, continuando a inaugurar novos espaços, e afirmando-se cada vez mais como o destino obrigatório de compras de moda e luxo em Lisboa. Há mesmo quem compare a avenida aos Champs Elysées de Paris. Isto porque foi construída entre 1879 e 1886, à imagem dos boulevards parisienses, tornando-se rapidamente uma referência para as classes mais abastadas que aí passaram a residir.  
 

A antiga calçada portuguesacontinua a revestir os passeios públicos da Avenida da Liberdade, ao contrário do que acontece noutros centroshistóricosonde é destruída - Instagram


E, quem diz a Avenida da Liberdade, diz a Praça dos Restauradores, em direção ao Tejo, com origem no boulevard chamado Passeio Público, iniciado em 1764, com risco do arquiteto Reinaldo Manuel – o qual foi mandado construir pelo Marquês de Pombal, após o terramoto de 1755. 

Inicialmente era rodeado por muros e portões, por onde só passeavam os membros da alta sociedade (para verem e serem vistos), à imagem de outros de grandes capitais europeias como Madrid. Em 1821, o rei D. João VI, ordenou a destruição dos muros para que ricos e pobres pudesse circular pelo Passeio Público entapetado com calçada portuguesa, como manda a tradição.


A Gucciabriu emagosto na avenida, noedifício moderno do Tivoli Fórum - Instagram


A Avenida da Liberdade está, hoje, repleta de hotéis (muitos de luxo, como o Avenida Palace, The One Palácio da Anunciada ou Tivoli), alguns dos melhores cafés, restaurantes e teatros, sendo também o ponto de eleição de escritórios e lojas de luxo.

Não obstante a pandemia, esta zona histórica da capital portuguesa, continua em grande movimento e a assistir à abertura de novos espaços ao longo de 2020, como os da Dolce & Gabbana em maio, Dsquared2 e Gucci em agosto. No Tivoli Fórum, onde a Gucci se instalou, inaugurado em 1999, encontram-se também marcas como a Adolfo Dominguez, BeCode, Fashion Clinic, Ladurée, Machado Joalheiro.
 

A primeira loja em Portugal da Dsquared2, abriuem finais de agostona Avenida da Liberdade - Instagram


Lado a lado com os antigos alfaiates e joalheiros, coabitam assim espaços de marcas de luxo de moda, joias e relojoaria nacionais e internacionais (alguns nas imediações da avenida), como a Armani, Boutique dos Relógios Plus, Boggi Milano, Burberry, Bvlgari, Carolina Herrera, Cartier, David Rosas, Dolce & Gabbana, Ermenegildo Zegna, Fashion Clinic, Filipe Faísca, Gucci, Guess, Hugo Boss, Juliana Herc, Lidija Kolovrat, Loewe, Longchamp, Louis Vuitton, Luís Onofre, Massimo Dutti, Max Mara, Michael Kors, Miu Miu, Montblanc, Nuno Gama, Pinko, Prada, Rosa & Teixeira, Tod's, Torres Joalheiros, Zadig & Voltaire.
 
Existem ainda várias lojas multimarca de luxo, que comercializam marcas como a Balmain, Christian Dior, Christian Louboutin, Chanel, Donna Karan, Givenchy, Stella McCartney, Versace, Yves Saint Laurent, entre tantas outras.
 

A Prada selecionou para a sua loja, na avenida, um imponente edifício eclético com decoração Arte Nova - Instagram


Todas as lojas sediadas nesta artéria que é uma das mais caras e movimentadas de Lisboa, privilegiam o atendimento personalizado, recorrendo a uma decoração de aparato – à altura dos nomes de vestuário, calçado e acessórios que representam, sem esquecer a joalharia portuguesa e antiquários.

A Avenida da Liberdade, classificada em 2013, como Conjunto de Interesse Público é uma das artérias principais e mais nobres de Lisboa, que liga a Praça dos Restauradores (onde se instalou a Mango), em direção ao Tejo, e a Praça do Marquês de Pombal no alto, junto à Rua Castilho. Tem atualmente um dos mais caros valores de metro quadrado da Europa (3.268 €/m2, em setembro de 2020), hospedando tudo o que o visitante habituado ao topo de gama encontra noutros lugares do mundo.
 

Prédio eclético da Rua Castilho, cuja reabilitação lhe valeu a estrutura contemporânea - Instagram


A Rua Castilho é, também, um destino de compras obrigatório em Lisboa. A grande parte dos edifícios é do século XX, alguns Arte Nova, e muitos distinguidos com o Prémio Valmor instituído em 1898 que, a partir de 1982, foi associado ao Prémio Municipal de Arquitetura, passando a denominar-se Prémio Valmor e Municipal de Arquitetura. Pena que se tenham destruído muitos interiores destes imóveis, mantendo apenas fachadas sustentadas por estruturas contemporâneas. Historicamente, perdem-se no tempo e no valor artístico.

Na Rua Castilho contam-se marcas como a Gerard Darel, Intropia, Karen Millen, La Perla, Loja das Meias, Stefanel, The, Stivali, Veste Couture e Wickett Jones, entre outras. 
 

Wickett Jones instalou-se na Rua Castilho, num edifício Estado Novo dos anos 40 com rés-do-chão transformado emloja - Instagram


É também na Rua Castilho que se encontram alguns dos melhores hotéis de Lisboa, como o Ritz Four Seasons e o Altis Grande Hotel. Não longe fica o El Corte Inglês, no topo do Parque Eduardo VII, na Avenida António Augusto Aguiar.
 

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