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Europa Press
Publicado em
25 de nov. de 2014
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2 Minutos
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Brasil espera produzir 850 milhões de pares de sapatos em 2015

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Europa Press
Publicado em
25 de nov. de 2014

Brasília (Notimérica) – A indústria calçadista do Brasil espera produzir para este próximo ano 2015 cerca de 850 milhões de pares de sapatos, com o objetivo de continuar a abastecer o mercado interno, que já supera os 200 milhões de habitantes, mas, em especial, para continuar a fortalecer suas exportações.

Indústria Brasileira de calçados quer fortalecer as exportações sem se descuidar da demanda apresentada pelo mercado interno.


Para isto, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) continua a fortalecer cada um dos setores, em especial, aquele das feiras pequenas e médias, para que estas sejam cada vez mais atrativas aos compradores internacionais.

Um desses encontros é o Zero Grau, uma das feiras organizadas pela Merkator Feiras e Eventos, em Gramado, no estado do Rio Grande do Sul, a 125 quilómetros de Porto Alegre, capital do Estado, onde nos últimos dias 17, 18 e 19 de novembro decorreu a sua edição 2014 com os lançamentos para o outono-inverno 2015.

A Zero Grau se complementa com outra feira nesta cidade, o SICC - Salão Internacional do Couro e do Calçado, onde são exibidos os lançamentos das coleções primavera-verão.

O Brasil converteu-se, nos últimos anos, no terceiro maior produtor de calçados do mundo, sendo que, com o crescimento da oferta, tem sido necessária a criação de espaços idóneos para a apresentação da oferta, tanto para o mercado nacional como para o internacional.

Trata-se de um “momento-chave” para a indústria calçadista do Brasil, já que, depois de se posicionar como o terceiro produtor de sapatos no mundo pelo volume gerado, o país trabalhou intensamente para se superar na qualidade, no design e na tecnologia, explica a Agência de Notícias Colombiana, Colprensa.

Corredores da Zero Grau em sua última edição, novembro de 2014.


A indústria brasileira já está a pensar em 2015, depois de um ano que não foi o que se esperava. “Deparamos-nos com uma série de circunstâncias no mercado que afetaram de maneira notável a demanda do calçado, entre outros artigos. Por um lado, o problema da inflação, que diminuiu a capacidade de consumo das famílias. Esta inflação foi muito mais notável no setor dos alimentos, com uma elevação de 30% do preço”, disse o presidente da Abicalçados, Heitor Klein.

Também influenciou, segundo Klein, a Copa do Mundo de Futebol, pois muitos brasileiros gastaram muito mais em comida e bebida, o que tomou uma boa parcela dos gastos habituais com calçados e vestuário.

Além disso os turistas, que chegaram ao país durante o evento desportivo, tiveram também de lidar com altos custos de alimentação, bilhetes para os jogos e transporte, o que fez com que eles não consumissem o calçado brasileiros como se esperava.

Imagens: Divulgação

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