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Por
AFP
Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
18 de mai. de 2022
Tempo de leitura
2 Minutos
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Burberry: lucro sobe, mas continua prejudicado pela Covid na China

Por
AFP
Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
18 de mai. de 2022

A Burberry divulgou na quarta-feira um ligeiro aumento no lucro no exercício fiscal 2021/2022, com um salto nas vendas, mas com o grupo de luxo a sofrer principalmente com o ressurgimento da Covid-19 na China, onde está muito presente.


Burberry - outono-inverno 2022 - Pronto-a-vestir feminino - Londres - © PixelFormula


O lucro líquido do grupo aumentou 5%, para 396 milhões de libras (466,7 milhões de euros) no ano encerrado a 2 de abril, uma vez que os custos em forte aumento ofuscaram parcialmente um salto de 21% no volume de negócios, de 2,8 mil milhões de libras (2,94 mil milhões de euros).
 
As vendas foram impulsionadas pelos Estados Unidos, Coreia do Sul e China, apesar dos confinamentos neste mercado chave para a marca do famoso estampado escocês.

O desempenho na Europa também melhorou, apesar da falta de turistas devido às restrições nas viagens.
 
O grupo sublinha no seu comunicado que “os confinamentos relacionados com a Covid-19 na China continental pesaram no desempenho em março”.
 
A rentabilidade melhorou “apesar das pressões das tarifas aduaneiras relacionadas com o Brexit e da inflação dos custos da cadeia de aprovisionamento”.
 
"Mantemos a nossa previsão de um crescimento de um dígito de receita (...)", projeta o grupo, acrescentando que a sua perspetiva "depende do impacto da Covid-19 e da recuperação dos gastos dos consumidores na China".

A marca de luxo felicita-se por ter alcançado "a neutralidade de carbono nas (suas) operações mundiais", nomeadamente com o recurso a eletricidade proveniente de energias renováveis.
 
O novo diretor-geral, Jonathan Akeroyd, indicou que a empresa fez "grandes progressos nos últimos cinco anos para fortalecer a marca (...)”. “Estou ansioso por colocar em prática os meus planos de construir sobre essas bases.”
 
A Burberry "tem uma história recente irregular, em parte devido a razões fora do seu controlo, mas estes números mostram os esforços vigorosos da empresa para regressar à sua antiga glória", comenta Richard Hunter, analista da Interative Investor.
 
“A decisão de deixar os artigos não luxuosos e os descontos já está a dar frutos”, com “as vendas a preço total nos Estados Unidos a quase duplicarem desde antes da pandemia”, acrescenta.
 
O analista observa também que, atendendo aos seus clientes abastados, o grupo consegue repassar para os mesmos os aumentos de custos, e espera-se que o regresso pleno dos turistas com o fim das restrições sanitárias também ajude no desempenho.
 
No entanto, os investidores continuam cautelosos. Após ter aberto em alta, a ação perdeu 1,48% para 1.560 pence por volta das 08:20 GMT na Bolsa de Londres e caiu acentuadamente ao longo de um ano, após ter sofrido principalmente com a guerra na Ucrânia.

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