Calçado cria mais de 8 mil postos de trabalhos desde 2010

A importância da fileira do calçado para a economia nacional continua a aumentar. Depois de, há cerca de dois meses, ter sido revelado que as exportações de calçado atingiram um novo máximo histórico em 2017 (83 milhões de pares de sapatos, mais 2,8% do que em 2016), é agora conhecido o impacto do setor no que diz respeito ao emprego.
 
Foto: DR

Dados do Ministério do Trabalho, divulgados pela APICCAPS (Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes e Artigos de Pele e Seus Sucedâneos), indicam que, desde 2010, a fileira criou mais de 8100 postos de trabalho. De acordo com os dados do Ministério, em 2010 o setor do calçado contava com 36.985 trabalhadores por conta de outrem, número que subiu para 45.159 em 2016.
 
Segundo informa a APICCAPS, numa comparação entre as diferentes indústrias do setor, foi a do calçado a que mais postos de trabalho criou neste período. De 2010 ao final de 2016 (data dos últimos dados disponíveis), a indústria do calçado originou 6.529 postos de trabalho, totalizando 38.661, seguindo-se a indústria de componentes para calçado (criação de mais 1.104 empregos, para um total de 4942) e a dos artigos de pele (mais 541 postos de trabalho, somando-se 1.546 no final de 2016).
 
Merece ainda destaque o facto de a criação de uma série de unidades industriais no interior do país, em cidades como Castelo de Paiva, Cabeceiras e Celorico de Basto ou Paredes de Coura, ter colaborado para a criação de postos trabalhos nestas geografias, lembra a APICCAPS.


 

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