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Publicado em
7 de abr de 2021
Tempo de leitura
2 Minutos
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Calçado não resiste a novo confinamento, diz presidente da APICCAPS

Publicado em
7 de abr de 2021

2020 foi incontornavelmente um ano de desafios para todos os setores e o calçado não é exceção. No último ano, a fileira portuguesa do calçado, que exporta 95% da sua produção, registou uma queda de 16,3% nas exportações. Para fazer frente à crise, o setor adaptou-se e já foram lançadas medidas para impulsionar a recuperação, mas Luís Onofre, presidente da APICCAPS (Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e Seus Sucedâneos), não duvida que um novo confinamento geral seria incontornável para inúmeras empresas.
 

Luís Onofre receia o impacto de um potencial novo confinamento geral - Fotografia: Divulgação


Em entrevista ao Dinheiro Vivo, o líder do calçado deixa bem claro que “esta crise é muito diferente das que vivemos no passado”, sublinhando que ainda pouco se sabe “sobre como evoluirá a economia nos próximos meses”. Uma coisa parece, no entanto, certa, diz Luís Onofre: “Dificilmente as empresas resistirão a outro confinamento global seja na área da moda, do turismo ou da restauração, apenas para citar alguns exemplos.”
 
Para fazer frente aos desafios decorrentes da crise criada pela pandemia, a fileira do calçado foi obrigada a “procurar outras soluções” para contornar a ausência de contacto com os clientes, destacando-se os investimentos no digital. Nesse sentido, indica o presidente da APICCAPS, em 2021 as empresas do setor terão acesso a “mais de 3,5 milhões de euros em comunicação digital”. O setor já conta, de resto, desde setembro, com o Portal Portuguese Shoes, definida por Luís Onofre aquando do seu lançamento como “a maior montra de calçado português alguma vez criada”, desenvolvida para fazer frente a uma realidade que tem dificultado a promoção internacional do setor.


Portugal, que exporta quase 95% da sua produção de calçado, vendeu menos 16,3% para o estrangeiro em 2020 - Fotografia: APICCAPS

 
O presidente apela, porém, a um reforço dos apoios, sublinhando que “as moratórias, as linhas de crédito ou o lay-off simplificado”, tão importantes para que as empresas conseguissem resistir ao último ano, “continuam a ser essenciais”. Destacando a urgência do regresso aos mercados internacionais, realça que “o reforço dos apoios em matéria de promoção externa ou melhores instrumentos de crédito serão fulcrais” e garante que não têm faltado conversações com o governo sobre esta matéria.
 
Na entrevista ao Dinheiro VivoLuís Onofre, que está também à frente da Confederação Europeia da Indústria de Calçado sublinha ainda que “a grande prioridade europeia” deve ser a reciprocidade no acesso aos mercados: “Não poderemos continuar a ter a Europa aberta ao mundo, quando depois temos todo o tipo de constrangimentos na abordagem a vários mercados. É injusto e insensato.”

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