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23 de mar. de 2022
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Calçado português estreou-se em sete novos destinos e vendeu para 170 países em 2021

Por
Agência LUSA
Publicado em
23 de mar. de 2022

Anguila, Madagáscar, Libéria, Zimbabwe, Namíbia, Malawi e Benim são os sete novos destinos de exportação em que a indústria portuguesa de calçado se estreou em 2021, ano em que, pela primeira vez, chegou a 170 países dos cinco continentes.


A indústria portuguesa de calçado exportou 1.676 milhões de euros em 2021, mais 12% face a 2020 - Foto: Duong Tran Quoc - Unsplash


Segundo dados da Associação Portuguesa dos Industriais do Calçado, Componentes, Artigos de Pele e Seus Sucedâneos (APICCAPS), os valores exportados para estes novos mercados são “residuais”, mas traduzem o “esforço considerável do setor para diversificar os mercados de destino das suas exportações”.

Assim, salienta, se em 2011 o peso da Europa ascendia a 93% do total exportado, em 2021 as exportações extracomunitárias já ascenderam a 16% do total exportado pelo setor.

E, embora admita que o facto de o Reino Unido já não integrar a União Europeia influencia estes números, a APICCAPS garante que esse efeito “não é decisivo numa abordagem global”.

No ano passado, a indústria portuguesa de calçado cresceu 12% nos mercados externos, com as exportações a somarem 1.676 milhões de euros, tendo o último trimestre sido “o melhor de sempre” nos mercados internacionais, para onde o setor exporta mais de 95% da sua produção.

De acordo com a associação, “ainda que os dados internacionais apontem para uma recuperação plena do calçado a nível mundial apenas em 2023, no caso português o último trimestre do ano superou já as melhores previsões”.

A APICCAPS recorda que o impacto da pandemia provocou uma queda do consumo de calçado na ordem dos 20% a nível mundial, que se traduziu numa quebra de quatro milhões de pares, “o equivalente a 70 anos de produção de calçado em Portugal”.

“O setor terminou o ano a crescer a um excelente ritmo no exterior, sendo esse um registo que pretendemos manter em 2022, não obstante todas as condicionantes”, sublinha o presidente da associação, citado numa newsletter da APICCAPS.

Segundo Luís Onofre, “as empresas foram resilientes, adaptaram-se a um mercado em mudança e fizeram o trabalho de casa para estarem agora bem posicionadas para enfrentar uma nova década de crescimento nos mercados internacionais”.

Na totalidade do ano 2021, Portugal exportou 69 milhões de pares de calçado, no valor de 1.676 milhões de euros, tendo as vendas crescido “em todos os mais relevantes mercados”, com destaque para o alemão, com um acréscimo de 28%, para 389 milhões de euros.

“Depois de meses de alguma indefinição”, o mercado francês recuperou e terminou com um crescimento de 4,2%, para 334 milhões de euros, enquanto os Países Baixos aumentaram 16,6%, para 248 milhões de euros.

Fora da Europa, a APICCAPS realça os “bons desempenhos” nos EUA (mais 15,2%, para 75 milhões de euros), Canadá (mais 26,7%, para 12 milhões de euros), China (mais 17,1%, para 20 milhos de euros) e Austrália (mais 39,8%, para nove milhões de euros).

O ano 2022 começou “promissor” para o calçado português, com as exportações a crescerem 14,3% em termos homólogos e o Boletim Trimestral de Conjuntura da APICCAPS a evidenciar que “as empresas acreditam na manutenção das tendências que se têm vindo a verificar, com crescimentos adicionais das encomendas, da produção e do emprego, se estes não forem inviabilizados pela escassez de mão-de-obra no mercado”.

De acordo com a publicação, editada em parceria com a Universidade Católica do Porto, “o otimismo é mais acentuado entre as empresas de maior dimensão e mais orientadas para os mercados externos” e é sustentado pelas “perspetivas macroeconómicas para os principais mercados, apesar dos riscos económicos, de saúde pública e geopolíticos que persistem”.

No entanto, “nas últimas três semanas, o contexto internacional mudou de forma significativa”, salienta a associação, apontando o conflito na Ucrânia, a escalada dos preços das matérias-primas e o aumento da inflação como os “principais obstáculos” que ameaçam o desempenho do setor nos mercados internacionais.

PD // CSJ (Lusa)

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