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Agência LUSA
Publicado em
19 de jun. de 2013
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Camboja aconselha trabalhadores do têxtil a serem menos exigentes com salários

Por
Agência LUSA
Publicado em
19 de jun. de 2013

Phnom Penh – O primeiro-ministro do Camboja, Hun Sen, aconselhou hoje os trabalhadores do setor têxtil a manterem as exigências salariais limitadas, afirmando que as empresas irão deixar o país caso os movimentos sociais se multipliquem.

“Por favor, tomem conta das fábricas (…). Para o nosso país, se os investidores partirem, será um desastre”, disse Hun Sem, em declarações à rádio nacional do Camboja, referindo que os trabalhadores devem “ser prudentes quanto aos pedidos de grandes aumentos”.

No Camboja, cerca de 650 mil pessoas trabalham no setor têxtil, sendo que 400 mil o fazem em empresas exportadoras. As reivindicações sindicais intensificaram-se nos últimos anos, tendo as autoridades sido por vezes acusadas de terem usado força excessiva em protestos.

Chegada de trabalhadores a uma fábrica têxtil no Camboja – AFP


Os sindicatos queixam-se de episódios de desmaios coletivos, atribuídos à desnutrição, excesso de trabalho e má ventilação dos locais de trabalho.

“É fácil para as fábricas de têxteis fecharem e deixarem o país”, afirmou o primeiro-ministro cambojano, dando como exemplo a deslocalização de empresas para países como a Birmânia, o Laos ou a Índia.

De acordo com o governante, foram pagos mensalmente 480 milhões de dólares aos trabalhadores do setor.

Hun Sen “não conhece as dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores”, defendeu Chea Mony, dirigente do sindicato Free Trade Union.

“De modo geral, os proprietários das fábricas não respeitam nem as leis nem os direitos dos trabalhadores”, disse.

De acordo com os sindicatos, na semana passada, centenas de trabalhadores foram despedidos de uma fábrica que produz para a marca norte-americana Nike, depois de terem realizado uma série de manifestações por aumentos salariais.

Alguns dias antes, pelo menos dez trabalhadores ficaram feridos depois de a polícia ter dispersado os participantes de uma manifestação que decorreu naquela fábrica, situada na província de Kampong Speu, no sul do país.

Agência Lusa

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