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Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
8 de jul. de 2021
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Carolina Herrera, Dries Van Noten e outras marcas da Puig proíbem peles exóticas

Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
8 de jul. de 2021

O grupo de defesa dos animais PETA conquistou a vitória na terça-feira (6 de julho) ao declarar que as marcas do portfólio do grupo espanhol Puig confirmaram que vão parar de vender peças feitas de pele de cobra, de crocodilo e de outros animais ditos exóticos.


A pele de cobra foi proibida no grupo espanhol Puig - Photo: Pexels/Public domain


Isso significa que as marcas de luxo Carolina Herrera, Paco Rabanne, Jean Paul Gaultier, Nina Ricci e Dries Van Noten assumiram esse compromisso. A empresa disse à PETA que os acessórios de crocodilo e de serpente da família python, que estão atualmente disponíveis na sua submarca CH Carolina Herrera serão os últimos da empresa.

A PETA alega que as peles exóticas foram produzidas em condições terríveis para os animais e que também podem representar uma ameaça à saúde humana, dadas as especulações sobre a origem do coronavírus COVID-19 num mercado de animais vivos semelhante ao das quintas de onde são provenientes as peles exóticas.

"Atrás de cada item feito com peles exóticas está um animal que sofreu uma morte violenta e sangrenta", disse a diretora de projetos corporativos da PETA, Yvonne Taylor. "Aplaudimos a decisão compassiva da Puig e encorajamos outras marcas a fazerem o mesmo", acrescentou.

Entre as outras marcas e retalhistas que pararam de usar peles exóticas estão a Calvin Klein, Chanel, Victoria Beckham, Paul Smith, Selfridges e Mulberry.
  

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