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Agência LUSA
Publicado em
17 de jun. de 2022
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2 Minutos
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CGTP reivindica aumento do subsídio de alimentação para os lanifícios

Por
Agência LUSA
Publicado em
17 de jun. de 2022

 A secretária-geral da CGTP, Isabel Camarinha, reivindicou na quarta-feira (15) a valorização das carreiras e o aumento do subsídio de alimentação para os trabalhadores do setor lanifícios, que “é baixíssimo” e não sofre nenhuma atualização há 15 anos.



“Houve negociação do contrato coletivo de trabalho, mas não foram conseguidas todas as reivindicações, portanto, elas mantêm-se, nomeadamente em relação ao subsídio de alimentação, que é baixíssimo e não tem qualquer atualização há 15 anos”, sublinhou.

Isabel Camarinha falava na Covilhã, distrito de Castelo Branco, onde hoje participou num plenário de trabalhadores da Paulo de Oliveira, empresa que faz parte do grupo do setor dos lanifícios com o mesmo nome e o qual emprega mais de mil funcionários.

No final, Isabel Camarinha explicou que uma das principais preocupações manifestada pelos trabalhadores está relacionada com a questão do subsídio de alimentação, tendo reiterado a importância de se proceder a um aumento.

Explicando que valor do subsídio de alimentação no contrato coletivo de trabalho dos lanifícios está nos 2,35 euros, Isabel Camarinha reclamou um aumento para os 4,5 euros.

Uma exigência que abarca as empresas do Grupo Paulo de Oliveira, que paga 2,37 euros de subsídio de alimentação, ou seja, “apenas dois cêntimos acima do contrato coletivo”, tal como vincou.

“É vergonhoso. É de facto vergonhoso que uma empresa como esta, que tem tido milhões de euros de lucro e que tem uma situação perfeitamente boa, não dê melhores condições de trabalho”, disse.

Entre as preocupações, apontou ainda a questão da valorização das carreiras, tendo sublinhado que existe, cada vez mais, “uma compressão das tabelas salariais, que encostam ao salário mínimo nacional”.

A líder sindical reiterou ainda as exigências de um aumento do salário mínimo nacional para 800 euros, já no dia 1 de julho, e de um aumento de 90 euros para todos os salários, em 2022.

No plenário realizado na quarta-feira, os trabalhadores da Paulo de Oliveira também decidiram exigir um aumento do subsídio de alimentação.

Caso, tal não ocorra, em julho, avançam com uma greve, anunciou a presidente do Sindicato Têxtil da Beira Baixa, Marisa Tavares.

No mesmo sentido, já estão marcados plenários nas restantes empresas do grupo e foi realizado outro na Haco-Etiquetas, também no concelho da Covilhã.

“Vamos notificar as empresas, levar estas reivindicações e, se as empresas não vierem ao encontro das reivindicações dos trabalhadores, em julho, vamos avançar com uma greve”, adiantou, frisando que esta exigência nasce “no seio dos trabalhadores”.

CYC // JEF (Lusa)

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