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Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
10 de nov de 2020
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2 Minutos
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Chanel aumenta preços pela segunda vez este ano

Por
Reuters API
Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
10 de nov de 2020

A marca francesa de luxo Chanel anunciou, na sexta-feira (6 de novembro), que aumentou os seus preços pela segunda vez este ano, um movimento praticado por marcas que procuram proteger as suas margens das consequências da pandemia de COVID-19.


Look da coleção Chanel, para a primavera-verão 2021, apresentado em Paris - © PixelFormula


Num comunicado em resposta a uma questão da Reuters, a Chanel disse que os aumentos de preços ocorreram como "consequência das recentes flutuações cambiais significativas entre o euro e determinadas moedas locais", sem dar mais detalhes.

"Esses ajustes foram feitos em todos os países onde são necessários como garantia de que os produtos da Chanel sejam vendidos a preços equivalentes em todo o mundo", informou a empresa, acrescentando que a medida é particularmente importante num momento em que as viagens internacionais estão muito limitadas.

Em maio do corrente ano, a Chanel aumentou os preços de bolsas e de outros pequenos artigos de couro globalmente entre 5% e 17%.

Flavio Cereda, analista da Jefferies, referiu que este foi seguido por outro aumento de cerca de 5% em outubro, mormente na China, Hong Kong, Japão, Coreia do Sul e Grã-Bretanha. Cereda espera que outras marcas de luxo façam o mesmo para compensarem o impacto da pandemia nas margens de 2020.

De facto, as principais marcas das holdings francesas LVMH (Louis Vuitton e Dior) e Kering (Gucci), mas também a Prada e Ferragamo, aumentaram os seus preços este ano.

De acordo com as marcas, o objetivo é reduzir a diferença entre os seus preços na Ásia e no resto do mundo. Mas, os analistas estimam que o mesmo item possa custar frequentemente até 30% mais no mercado chinês do que no europeu.
 

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