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Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
27 de set. de 2017
Tempo de leitura
3 Minutos
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Christian Dior: feminista, mas funky

Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
27 de set. de 2017

Hiper feminista, embora por não muito feminina, a mais recente coleção de Maria Grazia Chiuri para a Christian Dior levou a marca, que celebra o seu 70º aniversário, para uma direção muito nova.


Dior PV18 - PixelFormula


Em cada assento, uma cópia do famoso ensaio “Why Are there No Feminist Artists?” (Por que não há artistas feministas?), de Linda Nochlin. Na passarela, roupas arriscadas que remontavam ao final da década de 60, quando esse tratado feminista foi escrito e quando o fervor revolucionário e o desejo de reescrever as regras de comportamento – especialmente para as mulheres – dominavam tanto o pensamento.
 
Ainda assim, houve roupas altamente comerciais e que certamente serão bastante influentes, tal como os desfiles anteriores de RTW de Chiuri têm sido desde que se tornou diretora criativa da moda feminina da marca. De facto, tem sido impossível ir a um desfile em Nova Iorque, Londres, Milão e agora Paris sem ver alguém na primeira fila com os sapatos J’Adior de Chiuri calçados. E o azul desbotado da última temporada – uma mudança radical do cinza pálido que era a cor de assinatura da Dior – tornou-se quase omnipresente na moda.

A sua passarela, pano de fundo e espaço do desfile estavam cobertos com grandes painéis de vidro quebrado. O seu finale consistiu em meia dúzia de vestidos com pedaços de vidro quebrado, finalizados com alças de cristal com o nome da marca. O que simboliza o quão determinada Chiuri está em romper com os códigos da Dior, mesmo quando os celebra.  O reinado de Chiuri na Dior ainda parece ter muito trabalho pela frente, algo que encontrou simbolismo na entrada, feita por medida, para a tenda erigida no jardim do Museu Rodin, onde aconteceu o desfile da Dior. Era uma parede de cimento granulosa, da qual saiam hastes de ferro enferrujadas. Na superfície, encontrava-se uma citação de Niki de Saint Phalle, em letras de meio metro de altura.


Dior PV18 - PixelFormula


 Lia-se: “Se a vida é um jogo de cartas. Nascemos sem saber as regras. Mas devemos fazer as nossas jogadas. Ao longo dos tempos, as pessoas têm gostado de jogar com cartas de tarot. Poetas, filósofos, alquimistas, artistas dedicaram-se a descobrir o seu significado.”
 
A mesma artista (uma amiga de longa data do designer da Dior Marc Bohan) e o seu peculiar estilo pessoal e “beleza pequena, ardente, mais adolescente do que andrógena”, nas palavras de Chiuri, estiveram no centro deste desfile provocador.
 
Chiuri abriu com o seu muito amado azul desbotado. A primeira passagem: calças de ganga azuis largas, usadas com uma sweater às riscas, na qual estava escrito “Por que não há artistas feministas?”. E a influência de Bohan era notória nos macacões, nos pequenos vestidos e na bandeira quadriculada Yeh Yeh Girl usada nas parkas, nos vestidos cocktail, nas calças e nas alças das carteiras. Também era evidente nos looks de motociclista em couro, à Evel Knievil, e nos looks às bolinhas. Embora com uma grande dose da energia de Saint Phalle, visto que cerca de um terço dos outfits incluíam bordados de dinossauros verdes, árvores do amor, imagens de tarot, cobras em xadrez e mulheres sobrenaturais.

Mágica, temperamental, maliciosa e um pouco louca, assim é a nova Dior, da qual as mulheres claramente gostam muito.

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