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Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
20 de set. de 2022
Tempo de leitura
4 Minutos
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Courir entra no mercado neerlandês

Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
20 de set. de 2022

Com a abertura de três lojas nas próximas semanas no sul dos Países Baixos, a Courir entra num novo mercado enquanto continua a consolidar a sua presença em Espanha, Portugal e na vizinha Bélgica. Em França, Pierre Chambaudrie, diretor-geral da marca desportiva, confirma o bom momento da empresa, anunciando um aumento das vendas no período crucial do regresso às aulas e reivindicando uma posição de liderança no setor da venda de sneakers, com uma participação de mercado de 16% em França.


Pierre Chambaudrie, diretor-geral da Courir - DR


O dirigente explica à FashionNetwork.com: "As nossas ambições formuladas após os confinamentos relacionados com a Covid-19 confirmaram-se. Retomámos o nosso caminho em frente. Em França, afirmámos a nossa liderança, principalmente no segmento feminino. Mas, a grande questão para nós é a expansão europeia. Em Espanha, por exemplo, abrimos uma loja em Santander e um ponto de venda adicional em Madrid, e agora já temos mais de vinte unidades no país. Portugal é um mercado mais pequeno, mas somamos cinco lojas. E a Bélgica está a ir muito bem, por isso continuamos a trabalhar com mais de vinte endereços. O nosso roteiro inclui a abertura de um país por ano. Começaremos nos Países Baixos este mês."
 
Nas próximas duas semanas, a Courir, que pertence ao fundo Equistone, abrirá assim dez lojas de 250 a 300 metros quadrados nestes diferentes mercados, incluindo três no sul dos Países Baixos, nas regiões fronteiriças da Bélgica. A marca abre assim com o seu conceito Wood de forma direta em Breda, Tilburg e Eindhoven.

"Trata-se de um primeiro passo e um avanço num país muito interessante porque é extremamente competitivo. Há muitos players. Alguns concorrentes importantes até têm sede lá e também há alguns independentes que estão a fazer um trabalho muito bom. Para nós, mesmo que seja um país com dez milhões de habitantes, isso permitir-nos-á testar o que validámos noutros mercados. Isso permitir-nos-á ser ainda mais exigentes.”

Oportunidades de crescimento externo


 
Um passo importante numa estratégia de fortalecimento dos mercados existentes e de desenvolvimento internacional que deverá continuar nos próximos anos de forma direta ou através do crescimento externo.
 
Sobre este último, Pierre Chambaudrie observa: "Há alguns dossiers interessantes no mercado neste momento. Estamos a analisar vários deles, com o objetivo de alguns serem resolvidos no prazo de dezoito meses. Esta será uma forma de acelerarmos o nosso projeto de implantação e de ter um argumento adicional no nosso projeto ideal para atingir os mil milhões de euros de faturação em 2026. Para estes acordos, depende do país. Em certos mercados, pode ser interessante em pequenas redes de quatro ou cinco bem posicionadas lojas; noutros, pode ser em torno de vinte locais."
 
Com um crescimento próximo dos 10% em relação a 2021, a Courir deverá ultrapassar a marca dos 600 milhões de euros em faturação em 2022. E isso apesar de algumas incertezas nas entregas de produtos de alguns dos seus fornecedores que produzem os seus modelos na Ásia.
 
Um crescimento que a marca tem construído apoiando-se na dinâmica ainda positiva do setor do sneaker, do aumento das vendas de produtos para mulher, mas também com a aceleração do seu site, que lhe permite nomeadamente reforçar a sua oferta têxtil.
 
O responsável explica: "No digital, duplicámos a nossa participação de mercado em dois anos. Somos o terceiro na venda de sneakers em França, atrás da Zalando e da Amazon. Isso significa que somos líderes se nos compararmos com as marcas que estão presentes no domínio físico e online. A nossa omnicanalidade apoia o nosso desenvolvimento: desenvolvemos a e-reservation, o ship-from-store... Então, somos conhecidos como uma marca de sneakers. Nunca seremos uma marca têxtil. Por outro lado, online podemos propor um número muito maior de referências de roupa. E isso permite-nos ter compras incrementais condizentes com a nossa oferta de sneakers, com muitos básicos em t-shirts, hoodies e calças, que compõem os looks urbanos."

No têxtil como no calçado, as principais marcas de lifestyle desportivo ainda estão ir bem. Nike, Adidas e Puma continuam a marcar o ritmo, mas players como New Balance e Converse estão em ascensão.
 
E para o final do ano? O responsável resume: "Para já, a nossa rede continua a ter um bom desempenho. Mas, todos temos presente a questão da inflação e de uma crise de poder de compra que nos preocupa. Não quero agoirar, mas até agora não fomos afetados. Vemos também que os preços dos arrendamentos comerciais permanecem bastante estáveis e isso é um bom sinal. Mas, não tenho bola de cristal e partilhamos as incertezas do mercado."

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