Courrèges anuncia uma nova era um pouco tristonha

A Courrèges fez o seu come-back à passarela parisiense na quarta-feira, mas sem convencer muito. A marca, que acaba de ser adquirida pela Kering através da holding Artemis, fez tábua rasa do seu passado. Com a sua nova diretora artística, a alemã Yolanda Zobel, a nova palavra de ordem é focar no presente. Sai o futurismo com os seus materiais plásticos e o vinil. Abram alas para uma moda ecologicamente responsável!
 
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Courreges, primavera-verão 2019 - © PixelFormula

Para apresentar a sua primeira coleção masculina e feminina, a designer convidou o público para a histórica loja da maison na rue François-1er, em Paris, com os modelos a desfilarem na loja e na rua entre os espectadores em pé.
 
Pequenos vestidos, mini-blusões, saias, blusas, bermudas, calções e trench coats compõem um guarda-roupa em tons pastéis. A mulher, com capuzes ou pequenos chapéus quadrados, calça grandes botas que se desmoronam e usa meia-calça estampada com o logótipo da marca.
 
Os tops justos e transparentes são pontilhados com flores, enquanto sobre uma túnica curta havia tiras de lantejoulas prateadas que desenhavam uma espiral e um olho. Calças fluidas em nylon abotoadas nas laterais com aspeto jogging completam este guarda-roupa.
 
Para recuperar o espírito elegante e fresco da Courrèges, será melhor ir à pop-up store adjacente, inaugurada na terça-feira, onde a marca decretou "O Fim do Plástico". Nesse espaço, a Courrèges vende os seus últimos stocks de vinil, com o qual criou os famosos blusões curtos ou as mini-saias em trapézio que fizeram o seu sucesso. A loja está sempre cheia.

Traduzido por Estela Ataíde

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