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Publicado em
17 de mar de 2020
Tempo de leitura
4 Minutos
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COVID-19: Lojistas revoltados de norte a sul

Publicado em
17 de mar de 2020

De norte a sul português, os trabalhadores de vários centros comerciais protestaram, domingo passado (15 de março), à entrada das lojas, exigindo o fecho das mesmas.

Como palavras de ordem: “Não queremos estar aqui!”; "Não somos imunes!" Manter os espaços abertos, quando são recomendados o isolamento e a distância social, representa um grande risco para a saúde pública.


Centro Vasco da Gama, na zona da Expo de Lisboa - DN


No domingo, o governo reforçou as regras de limitação da circulação de pessoas em espaços comerciais (quatro por 100 metros quadrados), excluindo funcionários ou profissionais que prestem outros serviços. No caso dos restaurantes e cafés, devem reduzir em um terço a sua capacidade. O que não protege quem trabalha.

As manifestações decorreram no Braga Parque, Arrábida Shopping, Centro Vasco da Gama, Centro Comercial Colombo e Almada Forum. Os clientes dos centros comerciais também foram alvo de protestos, por negligenciarem as recomendações das organizações de saúde e saírem de casa para fazerem compras.

Se as praias, se as discotecas e se os bares fecham, os restaurantes e as lojas também deveriam encerrar, salvo supermercados e farmácias. Os próprios call-centers, onde se acumulam tantos colaboradores em espaços fechados, são um perigo.

O governo vai adiando o estado de emergência, decretando apenas o estado de calamidade em Ovar, e sem anunciar a quarentena geral obrigatória.

Anunciou o fecho temporário das fronteiras, sim, mas deixando nove portas abertas a Espanha e à Europa. 
 
Caos português

Terça-feira (17 de março), deu-se a maior subida de casos registados em 24 horas. O Porto voltou à linha da frente em número (196), seguido de Lisboa (180), centro (51) e Algarve (14). A Madeira registou o primeiro caso de uma holandesa que visitou vários locais da ilha.
 
Terça-feira (17) contam-se em Portugal 448 casos de COVID-19, mais 117 do que, na segunda-feira (16), com um total de 331 e registo da primeira vítima mortal. Por sua vez, mais 86 do que, no domingo (15), com 245 doentes confirmados e mais 76 do que no sábado (14) com 169 casos de COVID-19, mais 57 do que na sexta-feira (13) com 112. 
 
Apesar do maior número de infectados, a cidade do Porto mantém-se na linha da frente, inaugurando o primeiro centro de rastreio do país para testar doentes fora do meio hospitalar. A realização dos testes é feita dentro da própria viatura, no Queimódromo do Porto, e por marcação das autoridades de saúde. Numa primeira fase, está prevista a realização de 400 testes por dia.


Braga Parque - DR, VIP


Isolamento parcial 

Não se trata de um estado de emergência, mas de um estado de calamidade (até agora só decretado em Ovar), como anunciou o primeiro-ministro António Costa, na SIC Notícias.

Como já referimos, no âmbito das medidas de contenção, as fronteiras térreas e aéreas de Portugal foram fechadas com Espanha, se bem que se mantenham nove pontos de passagem apertados por medidas de segurança. As excepções são a passagem de mercadorias e de trabalhadores transfronteiriços, assim como de pessoas com reuniões familiares excepcionais.

Porém, o controlo da doença continua a não ser realizado nas fronteiras térreas e aéreas, sendo o controlo marítimo mais cerrado e eficaz.
 
Este é o panorama em Portugal, cujo governo vai adiando o estado de emergência, mesmo com o registo do número de infectados com COVID-19 a subir a níveis que, numa questão de poucos dias, se tornarão incontroláveis, como em Itália e Espanha.

Quem não pode recorrer à saúde privada, é encaminhado para o isolamento em casa e, só em quase asfixia, a linha Saúde 24 pode reencaminhar as pessoas para os hospitais, a fim de se confirmar o vírus. Melhor ainda é chamar o INEM.

A calma de pouco adiantará num país que só se parece preocupar com as classes privilegiadas, descurando as massas, como se vê com os lojistas sem direito a quarentena e em protesto. 
 
Visionários
 
Não querendo alarmar, chegaremos a uma altura em que o isolamento será absoluto, ninguém poderá abrir a porta a ninguém, o que muitos visionaram décadas antes, como o fim de todos os tempos.

Esta pandemia, tem contornos de uma peste (negra) pneumónica, já rara na Idade Média, com sintomas, indicações e cura semelhantes: Dificuldade para respirar, sensação de falta de ar, dor no peito, tosse constante que pode conter sangue; espalha-se através de tosse ou espirros, especialmente em locais fechados e com ventilação artificial ou diminuída, pelo que se deve recorrer ao isolamento.

A peste pneumónica pode surgir pela inalação de partículas contaminadas pelas fezes de roedores e consta ser curável com antibiótico (ainda existe na África subsariana e ilhas de Madagáscar).
 
Citando a revista Visão de segunda-feira (16), que fez precisamente referência ao relatório da CIA (2005), mantido secreto até o jornalista francês Alexandre Adler o revelar no livro, “O Relatório da CIA: Como Será o Mundo em 2020” (Editora Bizâncio, 2006). Uma análise das grandes tendências do mundo no futuro, escrita por 25 especialistas de política internacional do National Intelligence Council para a CIA, que antevê “um possível desenvolvimento de uma pandemia mundial” e indicações que deveriam guiar a política dos EUA nas décadas seguintes.
 

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