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Publicado em
10 de jan de 2017
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3 Minutos
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Desfiles de Londres: a moda começa a 'assentar-se' em novos formatos

Por
AFP
Publicado em
10 de jan de 2017

Cultivando a sua reputação vanguardista, Londres encerra quatro dias de desfiles masculinos que apresentaram uma mistura jamais vista na Terra da Rainha com tanta intensidade, entre composições masculinas e femininas, o mercado da moda parece que começa a "assentar-se" em novos formatos.
 
No setor, esta mistura de géneros é definida pelo termo "co-ed", tirado do nome inglês das escolas mistas ("coeducacional").

Sibling - Outono-Inverno 2018 - Menswear - Londres - © PixelFormula


De quatro a dois desfiles por ano
Esta mudança de estratégia, no entanto, teve por consequência o desarranjo no encontro londrino de janeiro de uma parte das suas principais marcas, a começar pela Burberry. Na realidade, o peso pesado da moda britânica modificou desde o ano passado sua estratégia, substituindo seu calendário de quatro desfiles por dois desfiles, mesclando homens e mulheres, sem sazonalidade e com coleções disponíveis imediatamente para a compra, outra tendência no setor.
 
Essas mudanças são destinadas a "construir uma conexão mais profunda entre a experiência que nós criamos com os nossos desfiles e o momento em que as pessoas podem explorar fisicamente as coleções", explica Christopher Bailey, diretor-geral e de criação do grupo. Em definitivo, os clientes têm um acesso muito mais rápido às coleções.

No mesmo espírito, a Burberry também mesclou as suas três etiquetas (Brit, London e Prorsum) em uma única linha "pensada para uma audiência mundial. Mesma coisa para Paul Smith, ausente em Londres e que exibirá em Paris, a 22 de janeiro, durante os desfiles de moda masculina, as suas coleções masculinas e femininas, uma fórmula que ele apresenta como uma evolução "natural", destacando o parentesco entre as duas linhas. O mesmo dia verá também a Kenzo (grupo LVMH) mesclar os seus desfiles, depois de ter testado a fórmula em junho.
 
Um desfile bem feito vale mais por dois
Para Hywel Davies, especialista da prestigiosa escola de moda londrina Central Saint Martins, o "co-ed" obedece a uma lógica económica, mas também a um imperativo de mudança inscrito no ADN da moda.

Maison MIHARA YASUHIRO - Outono-Inverno 2018 - Menswear - Londres - © PixelFormula

 
"Falamos aí de um setor que busca a melhor maneira de apresentar a sua visão, e reunir homens e mulheres em um mesmo desfile tem um senso de um ponto de vista comercial. Porque pagar por dois desfiles quando se pode passar sua mensagem com apenas um?", diz o especialista.
 
"O fato que o setor da moda busca constantemente novas maneiras de comunicar é uma coisa positiva. A mudança é boa. Seria bom que mais marcas considerassem outras maneiras de apresentar", as suas criações, acrescenta.
 
A necessidade económica é ainda mais premente para as marcas mais modestas, a exemplo da Sibling, grife trendy e funky criada por um trio britânico, que passou a adotar a mescla durante as apresentações primavera-verão 2015.
 
Desfilar simultaneamente homens e mulheres "é bem mais realista quando se pensa em termos de produção e de criação", explica Sid Bryan, um dos estilistas da etiqueta. "Somos uma equipa pequena", destaca o criador. "O calendário a ser seguido entre os desfiles de janeiro e de fevereiro, com as coleções femininas que seguem aquelas dos homens, é praticamente impossível de ser seguido".

(Com Anderson Alexandre da Silva)

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