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Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
6 de abr. de 2022
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4 Minutos
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Desigual regressa ao lucro e fatura 371 milhões de euros

Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
6 de abr. de 2022

A marca de moda de Barcelona recupera o fôlego após o golpe da pandemia. Após ter registado prejuízos de 89 milhões de euros em 2020, situando-se no vermelho pela primeira vez na sua história, a empresa fundada por Thomas Meyer regressa aos números positivos. No último exercício, a Desigual registou um lucro líquido de 3 milhões e atingiu um Ebitda de 30 milhões de euros, o que representa 8% das suas vendas totais.


Novo conceito de loja da Desigual - Desigual


Divulgados esta quarta-feira, 6 de abril, os resultados financeiros do exercício passado dão lugar a um otimismo moderado na Desigual. Em 2021, a faturação da marca cresceu 3,4% para 371 milhões de euros, o que contrasta com os 360 milhões de euros registados um ano antes. Não obstante, o último ano está longe dos dados de vendas de 2019, tendo contraído o seu volume de negócios em 37% face ao ano anterior ao surto da pandemia, quando a marca catalã vendeu 589 milhões de euros. O recorde de vendas da empresa remonta a 2014, coincidindo com a entrada do fundo Eurazeo no seu capital, quando a faturação total foi de 964 milhões de euros.
 
Relativamente ao negócio online, o canal digital continuou 16% durante o exercício passado, após se ter registado um boom do e-commerce em 2020, que aumentou em 48% as vendas através da internet. Em 2021, a faturação online foi de 116 milhões de euros, valor que já representa 31,2% da faturação global da empresa com sede na praia de La Barceloneta.

Conforme detalhado no relatório financeiro, as vendas globais no primeiro trimestre do exercício em curso (período entre os meses de janeiro e março de 2022) mantiveram um crescimento de dois dígitos, impulsionadas principalmente pela “boa evolução do negócio digital”. Assim, a faturação total aumentou 15% face ao período homólogo de 2021, enquanto o canal online cresceu 85% em comparação com os primeiros três meses de 2019.

“2021 foi um ano de aceleração dos projetos chave e de um excelente trabalho por parte de todas as equipas da Desigual”, sublinhou o Alberto Ojinaga, diretor-geral da Desigual. “O crescimento digital e o forte progresso na otimização da rede de lojas permitiram-nos regressar aos lucros, dentro do prazo que prevíamos, e fazê-lo mantendo uma estrutura financeira saudável e sem dívidas.” O responsável assinalou ainda, sobre os primeiros dados do exercício em curso, que “os investimentos do passado 2021, no valor de 33 milhões de euros, lançaram as bases para uma nova etapa de crescimento que se confirma neste início de 2022”.


Desigual


Olhando para o futuro, o dirigente manteve as suas previsões de crescimento de dois dígitos em 2022, apesar do contexto económico "complexo" no início do ano. “Esperamos continuar a trabalhar para consolidar as bases para um crescimento futuro sustentado.”
 

Fim do plano de reestruturação das lojas


 
Nesta linha, a Desigual encerrou 2021, o considerado exercício de “inflexão”, com um caixa líquido positivo de 103 milhões de euros. Um valor que, como indicou a empresa de moda, mantém uma “sólida estrutura financeira que lhe permitiu lançar projetos estratégicos-chave”. Entre estes destaca-se a iniciativa pioneira de estabelecer uma semana de trabalho de quatro dias (três presenciais e um em teletrabalho) para cerca de 500 trabalhadores na sua sede, que a empresa pôs em marcha no passado mês de setembro após votação na sua sede em Barcelona, que terminou com 86% dos votos a favor. Após um inquérito interno realizado para avaliar o projeto seis meses após a sua aplicação, a Desigual partilhou que 80% dos trabalhadores consultados consideram que melhorou "a conciliação da sua vida pessoal e profissional e não se imaginam a voltar a trabalhar à na sexta-feira".
 
Paralelamente, em julho passado, a empresa fundada em 1984 lançou a sua própria aceleradora de start-ups. Com um financiamento inicial de um milhão de euros, o projeto foca-se na inovação e colaboração e já conta com a participação de sete projetos internacionais.
 
No que diz respeito à renovação e reorganização da sua rede comercial, a empresa impulsionou o seu plano de reforma de lojas, aumentando os seus investimentos em 83% para 33 milhões de euros, face aos 18 milhões de euros dedicados no ano anterior. Esse valor destinou-se a melhorar os processos logísticos e de TI que promovem o crescimento digital, bem como a renovar as suas lojas. Durante o ano passado, a Desigual realizou um total de 63 renovações, especialmente na região europeia. Entre estas destacam-se a remodelação das suas flagships espanholas na Plaza Catalunya, em Barcelona, e na Calle Preciados, em Madrid, além dos seus pontos de venda italianos em Milão e Bolonha ou a sua loja em Osaka, no Japão.
 
Também neste período, a empresa acelerou o projeto de reestruturação da sua rede comercial, um plano iniciado em 2019 e que já está “praticamente” concluído. Ao dia de hoje, a Desigual conta com 2700 colaboradores e está presente em 109 mercados, nos quais opera com um total de 408 lojas monarca.

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