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Publicado em
15 de mai de 2020
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Dolce&Gabbana revela prejuízo com a crise do novo coronavírus

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Reuters API
Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
15 de mai de 2020

O grupo italiano de moda Dolce&Gabbana perderá "muito" este ano, em consequência da crise provocada pelo novo coronavírus, como adiantaram os fundadores da marca, Domenico Dolce e Stefano Gabbana, quinta-feira (14 de maio).


Dolce&Gabbana - outono-inverno 2020 - Moda feminina - Milão - © PixelFormula


"Deve perguntar ao nosso CEO, mas certamente teremos muitas perdas, como já tivemos, infelizmente, nos últimos meses", disseram os empresários ao jornal italiano La Stampa, sem dar mais detalhes.

O grupo é um dos 10 maiores da moda em Itália, em termos de receita, tendo registado vendas de 1,38 biliões de euros no ano fiscal encerrado em março de 2019.

"O lado criativo da empresa está a funcionar, o produtivo será reiniciado na sua totalidade somente quando não houver mais distanciamento social", acrescentaram.

A crise do COVID-19, que atingiu a China no final do ano passado, antes de se espalhar por mais países, implicou o fecho de lojas pelo mundo inteiro, interrompendo uma década de forte crescimento para as marcas de luxo.

As vendas globais de artigos de luxo devem cair de 50% a 60% no segundo trimestre do ano, informou a empresa de consultoria Bain & Company, num estudo publicado recentemente.

Os fundadores da Dolce&Gabbana disseram ainda que, após a pandemia, a indústria da moda terá que se adaptar ao novo estilo de vida dos clientes, com menos desfiles de moda e mais compras online.
 

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