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Por
EFE
Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
13 de nov. de 2019
Tempo de leitura
3 Minutos
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El Corte Inglés: vendas aumentam 1,3% em seis meses e Ebitda melhora 14%

Por
EFE
Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
13 de nov. de 2019

O El Corte Inglés faturou 7613 milhões de euros no seu primeiro semestre fiscal (março a agosto), mais 1,3% do que no ano anterior, enquanto o resultado bruto de exploração (Ebitda) melhorou 14% e totalizou 386 milhões, o número mais elevado para o período em cinco anos.


EFE


Em comunicado, a empresa, que apenas divulga o resultado líquido no final do ano, atribuiu o aumento do Ebitda à melhoria das margens da sua divisão de retalho (comércio) e à poupança de custos.
 
Em termos comparáveis (descontando aberturas e encerramentos), as vendas aumentaram 1,7%, enquanto o negócio online cresceu a "dois dígitos", segundo a mesma fonte, que adianta que em 2020 o grupo lançará uma aplicação com a qual reforçará a sua aposta na omnicanalidade.

A 31 de agosto, a dívida do El Corte Inglés totalizava 3144 milhões de euros, menos 538 milhões do que a que apresentava no ano anterior, graças ao comportamento positivo do negócio e à venda de ativos não estratégicos no valor de 193 milhões. Assim, as despesas financeiras caíram 32 milhões.

Por linhas de atividade, o retalho (grandes armazéns, supermercados, espaços gourmet ou Sfera) faturou mais 1%, com vendas de 6036 milhões de euros. O resultado bruto de exploração subiu 17% e totalizou 272 milhões de euros. A margem bruta da divisão foi de 1841 milhões de euros, o que representa uma melhoria de 0,7%.
 
O negócio de Alimentação aumentou de forma "notável", tanto em supermercados como em hotelaria, enquanto na Moda se observou um bom comportamento de sapataria e acessórios. O grupo continuou com o processo de reorganização da sua marca própria.
 
Por sua vez, a Viagens El Corte Inglés aumentou o seu volume de negócios em 2,6%, para 1591 milhões, impulsionada pelo desenvolvimento positivo do segmento turístico e do canal online, bem como pela evolução na América Latina. A margem bruta aumentou 5,7% (189 milhões) e o Ebitda 5,8% (51 milhões).

A divisão de Seguros faturou 109 milhões (um aumento de 8,8%) e a de Tecnologias da Informação 287 milhões, menos 7,1%.
 
Com estes resultados, de acordo com a mesma fonte o grupo "consolida um modelo de negócio bem-sucedido com crescimento em todas as áreas de atividade”. “Um modelo que destaca a inovação permanente, os avanços na transformação digital e na omnicanalidade, uma melhoria constante da experiência e uma procura de novos negócios."

Em outubro, a empresa anunciou a criação do El Corte Inglés Real Estate, uma nova unidade de negócio que procura maximizar o valor do seu património imobiliário, no valor de 17 mil milhões de euros.
 
Este lançamento implicou interromper o chamado "projeto Green", lançado pelo grupo para se desfazer de ativos imobiliários não estratégicos e reduzir a dívida.
 
O objetivo é utilizar os seus próprios recursos para valorizar esses ativos antes de os vender, por exemplo, transformando escritórios em apartamentos e, assim, tirar o máximo partido dos seus ativos.

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