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Por
AFP
Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
20 de dez. de 2021
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2 Minutos
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Ermenegildo Zegna estreia-se em Wall Street

Por
AFP
Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
20 de dez. de 2021

A marca de luxo Ermenegildo Zegna estreou-se esta segunda-feira em Wall Street, em associação com um veículo financeiro do grupo europeu Investindustrial, tornando-se assim na primeira marca italiana a estar cotada em Nova Iorque.


Zegna estreia-se na bolsa de valores - Photo: Courtesy of Zegna


A Investindustrial, presidida pelo antigo líder do UBS Sergio Ermotti, aporta a sua SPAC, ou "special purpose acquisition company",  uma empresa sem atividade comercial cujo objetivo é captar recursos através da entrada em bolsa e, assim, financiar aquisições.
 
Em comunicado, o CEO Gildo Zegna comentou que “este é o início de um novo capítulo" na história de 111 anos da empresa familiar. “Começou com uma fábrica de lã fundada pelo meu avô e tornou-se num grupo de luxo moderno cotado em bolsa."

A capitalização de mercado da nova entidade, que permanecerá controlada pela família Zegna com uma participação de quase 66%, foi avaliada pelo grupo em 2,4 mil milhões de dólares. O valor inicial da empresa foi estimado em 3,1 mil milhões de dólares.
 
Uma das líderes mundiais em pronto-a-vestir masculino de alta gama, a Zegna atingiu no primeiro semestre um volume de negócios de 603,3 milhões de euros, um aumento de quase 50%, e gerou um lucro líquido de 28,15 milhões de euros.
 
Para a totalidade do ano de 2021, o grupo, que manterá a sua sede em Milão, prevê uma receita de 1,02 mil milhões de euros, após um ano de 2020 perturbado pela pandemia de coronavírus.
 
Presente em 80 países com 296 lojas geridas diretamente, a Zegna mudou o seu posicionamento nos últimos anos, focando-se mais em roupas de lazer de luxo para atingir uma clientela mais jovem.
 
Em entrevista ao jornal La Stampa, Gildo Zegna argumentou: “O mundo está a mudar, bem como a forma como nos vestimos. O formal passa a ser informal, de alto nível. Demos um novo rumo à nossa marca, baseado no 'luxury leisurewear', que gera bons resultados.”
 
E porquê entrar em Bolsa em Nova Iorque e não em Milão? “É uma escolha que nos ajuda a ganhar tamanho. Neste setor, a dimensão é importante, mas o valor da marca também irá aumentar.”
 
O setor do luxo viu acontecer uma série de fusões e aquisições durante este ano, com a LVMH a adquirir a marca de joalharia Tiffany, a Kering a adquirir a marca de óculos Lindberg e a Richemont a adquirir a insígnia de artigos de couro Delvaux.

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