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Reuters API
Traduzido por
Helena OSORIO
Publicado em
30 de abr de 2020
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5 Minutos
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Exclusivo: Empresas especialistas em tecnologia de contratação no LinkedIn

Por
Reuters API
Traduzido por
Helena OSORIO
Publicado em
30 de abr de 2020

LONDRES (Reuters) - O novo coronavírus está a rolar e a afectar os mercados globais de emprego, mas o quadro não é completamente sombrio. As empresas financeiras, tecnológicas e de bens de consumo estão a contratar dezenas de milhares nos EUA e noutros países, de acordo com dados do site de rede profissional da Microsoft Corp, o LinkedIn.

Em sete países da América do Norte, Europa e Ásia, os prestadores de cuidados de saúde estão entre os recrutadores mais ocupados, dada a batalha em curso contra o novo coronavírus, que já matou mais de 200.000 pessoas e infectou mais de 3 milhões de pessoas em todo o mundo, disse o LinkedIn. Mas, as mudanças de estilo de vida durante o encerramento também estão a impulsionar a procura de consultores financeiros, trabalhadores de fábrica, animadores e criadores de jogos, e trabalhadores de entregas.


China oferece uma réstia de esperança - Promise Consulting


Globalmente, a taxa de contratação baixou no primeiro trimestre do período de um ano atrás, e no final de abril continua a ser inferior àquela de há um ano, na maioria dos países inquiridos pela plataforma. Os dados oferecem uma réstia de esperança com um aumento gradual na China, onde o coronavírus COVID-19 surgiu o ano passado e que lidera o mundo a emergir de um bloqueio de um mês.

O LinkedIn, com mais de 690 milhões de utilizadores em todo o mundo, conta com novas contratações quando as pessoas acrescentam um novo empregador ao seu perfil. A taxa é medida com o número de novas contratações dividido pelo número total de membros do LinkedIn num país.

Os números, registados desde meados de fevereiro, não são corroborados pelos dados oficiais relativos ao emprego e não representam o número real de postos de trabalho numa economia. Os dados governamentais são, geralmente, divulgados com um desfasamento temporal de várias semanas.

"Estamos confiantes de que os nossos dados estão correctos, na medida em que houve um enorme declínio nas contratações nos EUA e no estrangeiro", disse Guy Berger, economista principal do LinkedIn, na Califórnia.

As contratações na China caíram 50% durante o auge da sua crise do coronavírus COVID-19, em meados de fevereiro, a partir de 12 meses antes. Desde que as restrições foram aliviadas no início de abril, a taxa de contratação aumentou e, na semana que terminou a 24 de abril, foi 3% inferior ao mesmo período em 2019.

As contratações nos EUA, França, Itália e Reino Unido - países que lideram o mundo, em mortes relacionadas com o COVID-19 - continuam extremamente reprimidas. Estão, no entanto, a diminuir menos rapidamente do que há algumas semanas, à medida que os países ultrapassam o pico da pandemia e se preparam para o desconfinamento em maio.


Amazon.com Inc. nunca deixou de contratar - Reuters


Os retalhistas, incluindo Walmart Inc, Amazon.com Inc e Instacart, afirmaram que contratariam um total de mais de 700.000 trabalhadores para fazer face a um aumento da procura de produtos alimentares e bens de primeira necessidade, durante o surto de coronavírus COVID-19.

Os fabricantes de bens de consumo como a Unilever, cujos produtos incluem sabão e champô, confirmaram, quarta-feira (29 de abril), que estavam a contratar para preencher 300 postos de trabalho a nível mundial, mas recusaram-se a elaborar os contratos.

A Nestlé disse à Reuters que pretendia preencher 5.000 postos de trabalho, a tempo inteiro, nos EUA, e "a vários níveis, tanto a nível corporativo como na linha da frente".

A Fidelity Investments, uma empresa de serviços financeiros, sediada em Boston, disse que tinha acelerado o recrutamento devido à pandemia e que procurava preencher pelo menos 2.000 postos, a tempo inteiro, para consultores financeiros, engenheiros de software e pessoal de atendimento ao cliente nos EUA, ainda em 2020.

As empresas que contratam nos EUA e noutros países incluem também a Apple Inc; a ByteDance, a empresa-mãe chinesa da rede social de partilha de vídeo TikTok; a Takeda Pharmaceutical Co Ltd; e a empresa aeroespacial e de defesa Lockheed Martin Corp. Estas empresas não responderam imediatamente aos pedidos de comentário.

Ver gráfico com variação percentual da taxa de contratação anual, disponível em https://fingfx.thomsonreuters.com/gfx/editorcharts/yxmvjokalpr/index.html


Nas empresas que contratam, nos EUA e noutros países, incluem-se a Apple Inc - Apple


Advertências diretas

A Organização Internacional do Trabalho advertiu, quarta-feira (29), que 1,6 mil milhões de trabalhadores, ou seja, quase metade da mão-de-obra mundial, especialmente na economia informal, poderão perder o seu meio de subsistência. O número recorde de pessoas que se candidataram ao subsídio de desemprego nos EUA, desde meados de março. A taxa de desemprego deverá, também, subir para 16% (disse esta semana o conselheiro económico da Casa Branca, Kevin Hasset), de um mínimo de 50 anos de 3,5% antes da pandemia.

De acordo com o LinkedIn, tanto em Itália como em França, em isolamento social há quase dois meses, viram-se as taxas de contratação baixar em cerca de 70% em relação a um ano atrás.

Em Portugal, o desemprego registado aumenta 9% face a fevereiro. Segundo o jornal Expresso, março fechou com 343.761 desempregados registados nos centros de emprego nacionais, como avançou o Instituto do Emprego e Formação Profissional. No entanto, o número não espelha ainda a real dimensão do impacto da pandemia no mercado de trabalho neste país.

Uma vez que a China está à frente de outros países no que respeita ao calendário da pandemia, as melhorias aí previstas poderiam sugerir que o mesmo se passa noutros países, afirmou Berger. Vários Estados americanos e países europeus começaram a permitir a reabertura de algumas empresas não essenciais e escolas, na esperança de relançar a economia e de permitir um regresso gradual à vida normal.

"Ainda é um pouco cedo para lhe chamar uma recuperação firme", disse Berger, referindo-se à melhoria das perspectivas na China. "Não estamos à espera de uma recuperação total, mas sim de uma indicação de que partes da economia se ligarão à medida que os bloqueios forem atenuados, pelo menos em relação ao pior ponto da pandemia".

(Reportagem de Kanupriya Kapoor; Reportagem adicional de David Randall e Siddharth Cavale em Nova Iorque; Edição de Richard Chang)
 

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