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Traduzido por
Helena OSORIO
Publicado em
20 de abr de 2020
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3 Minutos
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Exclusivo: IKEA pretende começar a reabrir lojas na Europa em maio

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Reuters API
Traduzido por
Helena OSORIO
Publicado em
20 de abr de 2020

O Ingka Group, o maior retalhista de mobiliário do mundo, proprietário da loja Ikea, pretende começar a reabrir lojas na Europa, em maio, após o encerramento e a queda na procura, devido à pandemia de COVID-19, que reduziu as vendas do grupo em 60%, como informou o seu diretor executivo Jesper Brodin.

A maioria das lojas da Ingka, no principal mercado da Europa e todas na América do Norte, estão fechadas desde março, enquanto na Ásia quase todas se mantêm abertas.



O CEO da Ingka, Jesper Brodin, estima que o período de encerramento de cada loja será de até oito semanas. "Este é o período que precisamos para perseverar e, por assim dizer, sobreviver", disse. "A queda nas vendas no período em que estamos é de cerca de 60%".

As vendas online durante a crise de COVID-19 foram o dobro do que há um ano, amortecendo o mergulho nas receitas globais e representando atualmente cerca de metade do total do grupo", afirmou ainda Brodin.

"Alguns países estão perto do décuplo do comércio electrónico que tinham antes do surto. O mais extremo é a Dinamarca, onde as vendas recuperaram agora para os níveis registados, antes do encerramento das lojas".

BABY BOOM

Os fechos de lojas e outras medidas, nomeadamente a permanência de muitas pessoas em casa, têm impulsionado as vendas globais de mobiliário de escritório, cestos de lavandaria e equipamento de cozinha ou peças, tais como panelas, frigideiras e boiões, informou o CEO. No mercado interno da Suécia, as vendas de cozinhas inteiras estão em alta.

A Ingka planeia aumentar as existências dos seus produtos, relacionados com bebés, esperando um aumento da procura dentro de sete a oito meses. "Crises no tempo resultaram em baby-booms", disse Brodin.

O CEO adiantou, também, que a procura estava a aumentar para artigos na faixa inferior da gama de preços da Ikea. Esperando que essa tendência se mantenha, dado o golpe da pandemia na economia mundial, o grupo vai reduzir os preços de vários produtos no próximo ano, e também trabalhar para aumentar essa gama.

"As tendências são semelhantes ao que vimos depois (da crise financeira em 2008) - que as pessoas têm menos dinheiro", afirmou.

Dada a aceleração do negócio online, Brodin também quer acelerar a expansão da Ingka no centro das cidades com showrooms e lojas mais pequenas do que as gigantescas lojas IKEA fora da cidade, disse.

No início do próximo ano fiscal da Ingka, em setembro, a Brodin estima que as vendas do grupo terão recuperado para cerca de 90% dos níveis do ano anterior, acrescentando: "Esperamos que o próximo ano seja mais difícil para nós, sem qualquer dúvida."

Na China, onde a Ingka reabriu todas as lojas, excepto uma, em março, as vendas já voltaram aos níveis do ano anterior, disse Brodin. A loja em Wuhan, onde o novo coronavírus apareceu, pela primeira vez, reabrirá dentro de algumas semanas.

Ingka, o principal franchisado da IKEA para a marca Inter IKEA, opera 420 lojas e showrooms a nível mundial. Ainda não estabeleceu um calendário para a reabertura de lojas na América do Norte.

As suas vendas no ano, até agosto de 2019, totalizaram 36,7 mil milhões de euros (39,7 mil milhões de dólares). As vendas online representaram 11%.
 

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