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14 de mai. de 2021
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Global Fashion Group continuou a crescer no primeiro trimestre

Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
14 de mai. de 2021

O Global Fashion Group (GFG) informou quarta-feira (12 de maio) que experimentou um primeiro trimestre sólido, uma vez que atraiu mais clientes para os seus vários sites e registou uma forte recuperação por parte dos consumidores regulares. Também atraiu mais marcas para os seus negócios e o Valor de Mercadoria no Mercado Líquido (MNMV) quase dobrou.


O Global Fashion Groupregistou "taxas de crescimento excepcionais" nas várias regiões - Global Fashion Group


O proprietário das plataformas Dafiti, Lamoda, Zalora e The Iconic disse que registou "taxas de crescimento excepcionais" nas várias regiões. O crescimento na América Latina foi particularmente satisfatório, +28,7%, face a um ambiente desafiador e à difícil situação da pandemia. A empresa destacou ainda que a operação ANZ (Austrália e Nova Zelândia) "serve de referência para a recuperação pós-pandemia" com "categorias de saída a recuperarem no online com o crescimento regional", apesar das categorias dedicadas ao confinamento continuarem a apresentar um bom desempenho.

O valor líquido das mercadorias aumentou 37,8% à taxa de câmbio constante, muito acima do aumento de 13,1% verificado pelo GFG no primeiro trimestre de 2020. O crescimento à taxa de câmbio corrente foi 20,9% inferior, totalizando 449,9 milhões de euros, mas ainda assim com um resultado impressionante.

As receitas aumentaram 26,6% à taxa câmbio constante, superando mais uma vez o crescimento de 13,1% observado no ano anterior, com um aumento de 11% à taxa de câmbio corrente, para 301,3 milhões de euros. Como mencionado no início, o MNMV disparou, +98,5%, atingindo uma participação de 35,9%.

O grupo acrescentou ter assistido a um crescimento de clientes ativos, +25,8%, com o valor líquido de mercadoria por cliente ativo, aumentando 3,6%, para 121,90 euros. A margem bruta totalizou 44,1%, ante 40,6%, mas a margem EBITDA ajustada caiu de 8,3% para 3,8%. A empresa atingiu um EBITDA ajustado de 11,5 milhões de euros, em comparação com 22,7 milhões no ano anterior. Já o lucro bruto atingido foi de 132,9 milhões de euros, ante 110,1 milhões de euros.

A empresa confirmou igualmente a sua orientação para o ano inteiro, esperando que o valor líquido das mercadorias cresça mais de 25%, com uma receita de cerca de 1,5 mil milhões de euros em moeda constante. Também estima uma melhoria modesta no EBITDA ajustado.

“À medida que a adoção do e-commerce continua, também beneficiamos de uma visão ampla de como os clientes estão a responder em quatro mercados altamente diversos. Com 1,5 milhão de novos clientes e um desempenho mais forte – em mercados onde as restrições da pandemia de COVID-19 foram suspensas – estamos muito otimistas quanto a cumprir a nossa ambição de construir um negócio de mercadorias com o valor líquido de 10 mil milhões de euros”, destacaram os co-CEO's Christoph Barchewitz e Patrick Schmidt.
 

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