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Estela Ataíde
Publicado em
30 de jan de 2020
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Grandes marcas fecham temporariamente na China

Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
30 de jan de 2020

Devido à epidemia de coronavírus, que surgiu há algumas semanas na cidade de Wuhan, na China, grandes distribuidores e marcas internacionais são forçados a fechar as portas. A H&M anunciou o fecho de 74 das suas lojas chinesas até nova ordem, além de quatro lojas Monki, informa a agência de notícias Dpa. A empresa escandinava conta com pouco mais de 500 lojas na China, o seu quinto maior mercado mundial em termos de vendas.


A Uniqlo tem uma forte presença na China (na imagem, loja em Xangai) - Fast Retailing


Além disso, o grupo sueco diz ter suspendido as deslocações dos seus funcionários para a China e movimentações dentro do país. As equipas da H&M que regressam da China também foram aconselhadas a permanecerem em casa durante duas semanas antes de regressarem ao escritório.
 
Outro gigante do pronto-a-vestir, o grupo japonês Fast Retailing (Uniqlo) anunciou o encerramento de uma centena de estabelecimentos localizados na província de Hubei e arredores, onde se encontra a cidade de Wuhan. A americana Gap, por seu lado, fechou cinco lojas, além de três lojas Old Navy, informa a Business Insider. No entanto, a empresa espanhola Inditex (Zara, Bershka, Oysho...), para a qual a China é o segundo maior mercado mundial em termos de número de lojas (quase 600 unidades), ainda não comunicou as suas intenções.

Fora do setor da moda, outras grandes marcas também tomaram medidas. É o caso da Starbucks, que tem uma forte presença na China (mais de 4.200 endereços) e fechou nada menos que 2 mil dos seus pontos de venda localizados no país. A cadeia especializada em café já deixou claro que isso afetará os seus resultados anuais. A 29 de janeiro, a cadeia Ikea decidiu encerrar metade das suas 30 lojas chinesas, depois de ter fechado as portas da loja localizada em Wuhan há uma semana.

Para estas empresas, que seguem as recomendações da OMS e das autoridades locais, as perdas serão, sem dúvida, significativas, principalmente porque a propagação do vírus ainda não foi contida. Alguns grandes grupos de luxo também viram as suas ações caírem em bolsa.

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