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Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
23 de fev. de 2022
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2 Minutos
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Grupo SMCP aponta para "rastreabilidade total" dos seus produtos até 2025

Por
AFP
Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
23 de fev. de 2022

A campeã francesa do "luxo acessível" SMCP (Sandro, Maje, Claudie Pierlot, De Fursac) pretende permitir que os seus clientes conheçam a rastreabilidade de todo o seu catálogo até 2025, e de "40 referências" para cada uma das suas marcas "a partir desta temporada", de acordo com um comunicado divulgado na quarta-feira.


Sandro


Através de um código QR afixado em cada um dos produtos comercializados pela empresa, os clientes poderão eventualmente aceder a "todas as informações relativas à rastreabilidade". Por exemplo "o país de origem de cada material, o número de quilómetros percorridos, o local de fabrico", explica a SMCP, que assinou uma parceria com a start-up francesa Fairly Made, especialista na matéria.
 
A Fairly Made deverá “recolher informações de todos os fornecedores envolvidos em todas as etapas da cadeia de produção das marcas do grupo, processar essas informações e calcular uma pontuação de rastreabilidade”, explica a empresa.

Isabelle Guichot, diretora-geral da SMCP, explica: “Reduzir o nosso impacto ambiental e melhorar constantemente a nossa cadeia de aprovisionamento ao mesmo tempo que oferecemos maior transparência é um forte compromisso do grupo e uma expectativa dos nossos clientes.”
 
Atualmente, apenas deve ser indicada na etiqueta a composição de uma peça de vestuário, e a menção "made in" geralmente indica o local de fabrico do produto acabado, não a origem das matérias-primas.
 
No entanto, muitas empresas de moda viram-se recentemente envolvidas em problemas ao serem acusadas de comprar a fábricas na China onde os uigures são submetidos a trabalho forçado.
 
A SMCP também é alvo, desde o final de junho de 2021, de uma investigação em França por ocultação de crimes contra a humanidade, após o seu ex-acionista maioritário Shandong Ruyi ter sido acusado por uma ONG australiana de ter instalado desde 2010 as suas fábricas em Xinjiang.

O grupo francês, que nega estas acusações, garante, por sua vez, que a sua cadeia de aprovisionamento é "totalmente independente da do seu acionista maioritário" na altura.
 
Em termos mais gerais, a ONG Greenpeace fez recentemente da “indústria da moda descartável” um símbolo do “nosso sistema económico”, causando “poluição e destruição de ecossistemas, violação de direitos humanos, irresponsabilidade das multinacionais, obsolescência frenética de produtos”.
 
Em julho de 2021, dezenas de pequenas empresas do setor têxtil pediram mais regulamentação para a sua indústria, lamentando que, atualmente, “quanto mais uma empresa polui, menos custa a sua produção e mais competitiva é”.

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