Gucci, Vuitton, Chanel e Amazon presentes no novo ranking da Interbrand

A força do luxo foi destaque no mais recente ranking "Best Global Brands" da Interbrand, divulgado na quinta-feira (4). Apesar disso, nem os maiores nomes se conseguiram se equiparar às marcas digitais que são essenciais para os consumidores.


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Gucci - primavera-verão 2019 - Moda Feminina - Paris - © PixelFormula

O top 10 foi dominado por marcas de tecnologia como Apple, Google e Amazon (a única com uma forte conexão de moda), que ocuparam os três primeiros lugares do ranking. Uma mistura de marcas de tecnologia e marcas preferidas de longa data - Microsoft, Coca-Cola, Samsung, Toyota, Mercedes-Benz, Facebook e McDonald's - vieram em seguida.

Gucci e Louis Vuitton apareceram entre as cinco marcas que mais crescem. Quem acompanhou os resultados financeiros da Kering não ficará surpreso, pois a Gucci cresceu 30% ano a ano, e conquistou o 39º lugar, e a Louis Vuitton subiu 23%, posicionando-se no 18º lugar. A Chanel também voltou com tudo, entrando na lista na 23ª posição, embora este regresso esteja ligado principalmente à sua primeira divulgação de resultados financeiros, feita recentemente.

Rebecca Robins, diretora global de aprendizagem e cultura da Interbrand, disse que as marcas de luxo que mais cresceram foram aquelas capazes de conectar “o interno ao externo”.

O ranking analisa como as marcas estão a alcançar "uma transformação ousada que gera valor económico duradouro através da força da marca". Este analisa o desempenho financeiro, o papel que a marca desempenha nas decisões de compra, além da sua força competitiva e da sua capacidade de criar fidelidade e, portanto, demanda e lucro sustentáveis ​​no futuro.

A Amazon, que tem impulsionado as suas vendas no segmento de moda com uma série de lançamentos de moda feminina, íntima, desportiva e outras categorias, foi a marca que mais cresceu em geral, com um aumento de 56%.

"Uma década depois da crise financeira global, as marcas que estão a crescer mais rapidamente são aquelas que intuitivamente compreendem os seus clientes, e que fazem movimentações icónicas e corajosas que encantam e entregam de novas maneiras", disse Charles Trevail, CEO global da Interbrand.

E isso está certamente a traduzir-se em dinheiro, já que o valor total combinado das 100 maiores marcas ultrapassou os 2 biliões de dólares pela primeira vez, um aumento ano a ano de 7,7%.

Traduzido por Novello Dariella

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