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Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
4 de mai. de 2022
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4 Minutos
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Hugo Boss regista aumento das vendas na Europa e América no primeiro trimestre

Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
4 de mai. de 2022

O primeiro trimestre do ano foi muito bom para a gigante alemã da moda Hugo Boss, que registou uma aceleração em todo o mundo, impulsionada pela bem sucedida renovação da marca.


HUGO BOSS


As vendas do grupo ajustadas ao câmbio aumentaram 52% para 772 milhões de euros, 17% acima de 2019. Além disso, este registou um forte impulso na Europa (com aumento de 21% em relação ao mesmo trimestre de 2019) e nas Américas (aumento de 17%). ).
 
O lucro sobre a base do EBIT foi de 40 milhões de euros no trimestre, bem acima do milhão de euros no ano anterior. O grupo também confirmou as suas previsões para o ano inteiro e espera que as vendas aumentem entre 10 e 15% para um novo recorde de 3,1 e 3,2 mil milhões de euros. O EBIT previsto deverá situar-se na faixa entre +10 e +25% (ou entre 250 e 285 milhões de euros).

Daniel Grieder, CEO, declarou: “Iniciámos o ano fiscal de 2022 com vendas recorde no primeiro trimestre. Apoiado pelo nosso ousado rebranding, o impulso da Boss e da Hugo acelerou em todo o mundo. Juntamente com a execução rigorosa da nossa estratégia 'CLAIM 5', isso proporciona-nos um enorme impulso para conseguir um recorde de vendas no exercício de 2022.”
 
Analisando o relatório com mais detalhe, vemos que o aumento de 52% nas vendas do grupo representa o primeiro trimestre mais forte da história da empresa. De acordo com os dados declarados, a receita aumentou 55%.

Para isso contribuiu a reinvenção das marcas Boss e Hugo, que agora têm uma abordagem muito mais informal e visam um consumidor mais jovem.
 
As mudanças nas marcas foram apoiadas por um forte investimento na sua renovação, que inclui novos produtos, campanhas de marketing que bateram recordes e relançamentos digitais.
 
No primeiro trimestre, as vendas da Boss para homem cresceram 53% e as de mulher 41%, enquanto as da Hugo aumentaram 52%.
 
Num período de três anos, as vendas ajustadas à moeda da Boss menswear superaram os níveis pré-pandemia em 17%, enquanto as vendas de womenswear permaneceram no mesmo nível. Na Hugo, as vendas ajustadas à moeda cresceram 26% em comparação com 2019.
 

Força na Europa e na América

 

Tal como mencionado, o forte impulso na Europa e na América continua, com as vendas ajustadas à moeda na Europa a aumentarem 69%, o que se traduz num forte crescimento de 21% em três anos.
 
“Esta evolução representa uma nova aceleração em comparação com o último trimestre de 2021, impulsionada pela forte demanda local nos principais mercados europeus, em particular na Grã-Bretanha e França”, assinalou a empresa. E também no Leste da Europa, onde o ímpeto permaneceu forte apesar da guerra na Ucrânia e da correspondente suspensão das atividades comerciais na Rússia.

Na América, a receita ajustada à moeda aumentou 56% em relação ao ano anterior, com todos os mercados da região a registarem aumentos de vendas em comparação com os níveis pré-pandemia.
 
O negócio do grupo na Ásia-Pacífico também teve "um início de ano promissor", mas as novas restrições relacionadas com o coronavírus "prejudicaram o ânimo do consumidor e a afluência às lojas na China continental no final do trimestre". Com isso, as vendas ajustadas à moeda na China continental permaneceram 13% abaixo do mesmo período do ano anterior, mas aumentaram 12% em relação aos níveis de 2019.
 
No geral, a receita da Ásia-Pacífico ficou 3% acima do ano anterior e apenas 1% abaixo de 2019.

A empresa disse também que o seu negócio digital (tanto nas suas próprias lojas online como em transações através de parceiros) “continuou com sucesso a sua trajetória de crescimento de dois dígitos”.

Apesar de enfrentar uma base comparativa particularmente forte, as vendas ajustadas ao câmbio do primeiro trimestre aumentaram 22%. E, quando em comparação com 2019, as vendas digitais totais aumentaram 145% com ajuste de moeda.

As lojas físicas também melhoraram, com um forte aumento de 76% da receita, em parte devido aos longos encerramentos temporários de lojas no mesmo período do ano passado. No entanto, a receita permaneceu 5% acima dos níveis de 2019.
 
As vendas nas lojas físicas através do atacado cresceram 44%, marcando o regresso do canal aos níveis pré-pandemia, com um aumento de 2% em relação a 2019, ambos ajustados à divisa. O que reflete principalmente a forte demanda dos parceiros atacadistas pelas coleções renovadas para a primavera-verão 2022.

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