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Traduzido por
Helena OSORIO
Publicado em
21 de out. de 2022
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Inditex: Zara entra na revenda e Reino Unido é o primeiro mercado de teste

Traduzido por
Helena OSORIO
Publicado em
21 de out. de 2022

A Zara do grupo Inditex está a entrar na revenda e reparação pela primeira vez com um teste do segmento no mercado britânico. O novo serviço significa que os seus clientes podem revender o vestuário que compraram ao retalhista, bem como reservar reparações.


AZara entra em revenda e o Reino Unido é o primeiro mercado de teste - Zara


A nova oferta é lançada no dia 3 de novembro com sugestões de que o serviço será projetado a outros grandes mercados, caso seja bem sucedido.

O serviço funcionará através do próprio website e aplicação da Zara, embora os vendedores tenham de tirar as suas próprias fotografias. Estas serão acrescentadas com informações mais detalhadas sobre os produtos da empresa.

A diretora de Sustentabilidade da Zara, Paula Ampuero, disse que o retalhista não espera que o serviço seja lucrativo no início, com este a ser concebido "exclusivamente como uma ferramenta para ajudar os clientes a prolongar a vida útil do seu vestuário e a ter uma abordagem mais circular".

A revenda – juntamente com o aluguer e com a reparação – tornaram-se partes fundamentais da oferta para muitos retalhistas e marcas a todos os níveis de preços, com vários especialistas a emergirem na sequência desta tendência estratégica.

Grandes nomes britânicos a entrar na área incluem recentemente a M&S, Joules, John Lewis e PrettyLittleThing (Boohoo), enquanto que só esta semana a Net-A-Porter (YNAP), Mr Porter e The Outnet lançaram os seus serviços de revenda para mais mercados a nível mundial.

Esta mudança surge a par de um grande número de outras opções de revenda por parte de especialistas gigantes como a francesa Vestiaire Collective ou operações peer-to-peer da norte-americana eBay para a britânica Depop e lituana Vinted.

A tendência é tão importante que a Selfridges, sedeada em Londres, disse recentemente que quer que quase metade das suas interações com os clientes estejam ligadas à reparação, revenda ou recargas até ao início da próxima década.
 

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