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Interparfums atinge o seu melhor nível desde 2012

Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
today 29 de jan de 2019
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Nesta terça-feira, 29 de janeiro, a Interparfums divulgou para 2018 um volume de negócios de 455 milhões de euros, um aumento de 8% em moeda corrente. Um resultado em linha com as expectativas da especialista francesa em perfumes sob licença (Montblanc, Coach, Lanvin, Repetto...), que há quinze dias tinha elevado as suas previsões graças ao dinamismo das vendas dos perfumes Coach. 


Interparfums


Ao longo do exercício, a Coach, cuja licença de perfumes a Interparfums adquiriu no final de 2015, registou vendas de 84 milhões de euros, um resultado 10 a 12 milhões acima das expectativas, registando um aumento exponencial de 66%. A marca, cujo "potencial ainda é muito importante na Ásia e na Europa Ocidental", diz Philippe Benacin, CEO Interparfums, representa agora 20% das vendas globais do grupo, atrás da número 1 Montblanc, nos 108,8 milhões de euros, uma descida de 3%, e da número 2 Jimmy Choo, que totaliza vendas de 99,6 milhões de euros, uma subida de 4%.

Especialmente graças ao desempenho da Coach, a Interparfums alcança o seu nível mais elevado desde 2012, quando ainda contava com a licença da empresa britânica Burberry no seu portefólio de marcas de beleza.

A Interparfums, que publicará os seus resultados financeiros anuais a 4 de março, indica igualmente que a sua margem operacional "poderá ultrapassar os 14%", segundo o vice-presidente Philippe Santi, contra 14,2% em 2017.

Para o exercício em curso, o grupo deverá voltar a aumentar as suas previsões, que atualmente preveem um volume de negócios de 270 milhões de euros. Ao contrário de 2018, o ano de 2019 será marcado por vários grandes lançamentos, como uma terceira linha masculina da Montblanc no início do ano e uma nova iniciativa feminina da Lanvin no verão. Em 2020, será a Jimmy Choo a beneficiar do lançamento de uma linha de maquilhagem composta por 10 batons e seis vernizes.

"O primeiro trimestre apresenta-se bom", disse Phillippe Benacin, não se preocupando excessivamente com as potenciais consequências de um Brexit sem acordo para o seu grupo, embora o Reino Unido represente cerca de 5% das suas vendas mundiais. "Somos uma estrutura pequena, podemos ser reativos", disse Philippe Santi.
 
 
A redação com AFP

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