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Just Lovely pronta para crescer

Por
Portugal Textil
Publicado em
today 22 de nov de 2019
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access_time 3 Minutos
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A marca de vestuário infantil já havia começado a gatinhar pelo mercado europeu. Agora, com quatro anos de idade, a Just Lovely está pronta para sair da sua zona de conforto e levar o “made In Portugal” a «um passo de cada vez» para o resto do mundo, até chegar à Rússia e Israel.


Hélder Alves


Sob a alçada da empresa familiar Maria Inês de Pinho Santos, a Just Lovely começou cedo o seu processo de internacionalização, exportando hoje cerca de 40% da produção, dirigida essencialmente a Itália, Inglaterra, Espanha e França.

Face a um crescimento estagnado no território nacional, em que «os clientes que temos são aqueles que queremos guardar», Hélder Alves, administrador da marca, explica que é «principalmente o [mercado] externo que está a aumentar». Depois de conquistar o Líbano e o Luxemburgo, a Just Lovely visa agora estender-se até à Rússia. «É um mercado muito grande – perigoso, mas uma vez entrando pode ser um bom mercado», afirma ao Portugal Têxtil.

Israel também está entre os candidatos para receber a marca, mas é um objetivo que já não será cumprido este ano. «Não pode ser tudo ao mesmo tempo, temos de dar um passo de cada vez», reforça Hélder Alves. Até porque um dos grandes desafios que se impõe à internacionalização prende-se com a instabilidade económica e política que se tem vindo a sentir um pouco por toda a Europa. «Em Portugal ninguém sabe [o que vai acontecer]. E é um risco muito grande para se correr, estamos com muito medo», confessa.

Por agora, o administrador da Just Lovely parece sentir-se seguro, dada a procura crescente dos seus produtos, assumindo que «as vendas têm aumentado, o cliente tem aderido, tem comprado». No entanto, reforça que o Estado deveria garantir uma maior proteção das empresas contra potenciais riscos futuros, nomeadamente pelos efeitos do Brexit sobre as transações comerciais. «O nosso governo devia salvaguardar-nos nesse aspeto e não o está a fazer», considera.

100% português de «extrema» qualidade

A Just Lovely propõe vestuário para crianças entre os 3 meses e os 12 anos, desde o casual ao cerimonial. Quando se estreou no mercado, há cerca de quatro anos, a marca foi pensada para oferecer produtos de uma qualidade superior à sua irmã mais velha, a Bevip Gold, e atualmente detém a certificação Oeko-Tex.

Para a coleção primavera-verão 2020, a insígnia investiu em tecidos clássicos como rendas e tules, aponta Hélder Alves. «Estamos a vender para vários países», logo «é sinal de que as pessoas estão a gostar», acredita o administrador, sublinhando que «o cliente para quem vendemos, fideliza-se à marca».

À qualidade «extrema», nas palavras de Hélder Alves, a Just Lovely soma ainda o “made In Portugal”, já que todos os artigos são de fabrico 100% nacional, produzidos integralmente na empresa familiar, em Santa Maria da Feira. «É tudo feito por nós», garante, e posteriormente vendido em lojas multimarca. O administrador admite que a transição para o mercado online não está nos planos da marca. «O nosso intuito não é esse, [não é] reduzir a vantagem competitiva do nosso próprio cliente. O nosso produto é vendido em loja física», assegura.

Neste sentido, a Maria Inês de Pinho Santos que, atualmente, emprega mais de 30 trabalhadores, tem vindo a aumentar a sua área coberta, investindo «numa fábrica nova», adianta o administrador. «Estamos a terminar dois pavilhões novos, e quando acabarmos isso, de certeza que vamos investir em mais maquinaria», acrescenta. O objetivo é potenciar o crescimento da empresa, a partir de uma melhor organização e eficiência internas. Com este investimento, a Just Lovely deverá, no próximo ano, «conseguir atingir uma taxa de crescimento entre os 10% e os 15%», conclui Hélder Alves.

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