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7 de fev. de 2022
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Komum: novo espaço lisboeta de paragem obrigatória para aficionados de sapatilhas exclusivas (e não só)

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7 de fev. de 2022

A Komum recentemente aberta no número 6 da Calçada Nova de São Francisco, ao Chiado, cruza sapatilhas exclusivas de edições limitadas com vestuário de autores portugueses (unidos pela língua-mãe), música e cultura local. A nova loja lisboeta irreverente só fecha ao domingo, estando aberta todos os dias, de terça-feira a sábado das 11h30 às 19h30; e segunda-feira, das 15 às 19h30.


A nova loja Komumcruza sapatilhas de edições limitadas com vestuário de autores portugueses, música e cultura local - Facebook: Komum


A Komum inaugurou em pleno coração de Lisboa, em finais de janeiro, depois de atualizar o endereço do site.

“Uma vez que a loja é pequena decidimos que a compra de pares vai acontecer exclusivamente à segunda-feira entre as 11h30 e as 14 horas”, publica nas redes sociais, anunciando os diferentes serviços e escolhas: “Se tiveres muito stock e não quiseres trazer tudo, estamos a procurar maioritariamente dunk low tamanhos pequenos”.

A Komum comercializa também modelos de sneakers para crianças, contando já com uma seção alargada, e sem se ficar pelos modelos femininos e masculinos dirigidos a jovens e adultos.

Isto porque se quer que o espaço cresça em termos de oferta e diversidade, com vista a tornar-se um must alargado a diferentes públicos com iguais valores (ou semelhantes). E sempre em rotação de peças e de programação, marcando a diferença.


Mensagens sensíveis nacoleção cápsula "Badiu" deDino D'Santiago em colaboração com Alexandra Moura - Facebook: Komum


Em exclusivo para a komum, salientamos a coleção cápsula "Badiu" da autoria do músico, compositor e ativista português de ascendência cabo-verdiana, Dino D'Santiago, em parceria com a designer de moda Alexandra Moura, que surgiu com o lançamento do seu álbum com o mesmo nome; entre outras peças de vestuário muito especiais como as do JAR Project.
 
“O JAR Project é uma iniciativa totalmente portuguesa. Como resultado da necessidade de combinar sustentabilidade com jovialidade e leveza urgentemente carentes na psique moderna”, explica a marca de vestuário orgânico bordado, feito de 100% algodão orgânico certificado (com ilustrações bordadas com mensagens significativas), na página de Facebook da Komum. “Os nossos produtos são feitos apenas com algodão orgânico e, mantendo a identidade consciente e proativa que pretendemos destacar, produzidos em quantidades mínimas”.

Os preços variam entre 35-40 euros, as T-shirts; 60 euros, as camisolas de capuz; 12-15 euros, as tote bags; 160-600 euros, as sapatilhas (mais difíceis de encontrar).

A loja conta ainda com discos da Enchufada (produtora com qual o músico trabalha), entre outros itens, variando a sua oferta de três em três meses. A ideia é abrir-se a mais marcas criadas por criativos empreendedores que falem português, não obstante o país de origem.


As novas Yeezy 450, na Komum - Facebook: Komum


A Komum nasceu no passado dia 22 de janeiro por iniciativa do DJ Branko (ou João Barbosa), aliada ao seu gosto particular pelo universo do streetwear e dos sneakers, e à sua vontade de ter um espaço alternativo multifacetado a tocar diferentes áreas unidas pela arte. Mas o projeto nasceu muito antes, em 2008, numa primeira visita a Nova Iorque com os Buraka Som Sistema.

"Comecei a ver lojas (...) naquelas ruazinhas do SoHo, onde tinhas as [sapatilhas] Supreme e Union, que hoje em dia são marcas super óbvias, mas que na altura não eram assim tanto. Lembro-me que caminhar nessas ruas na altura foi marcante, ajudou a criar o bichinho – percebi que existiam pessoas que ganhavam a vida com aquilo”, confessa à NiT o DJ que viu os projetos pararem com a pandemia e decidiu inovar por outros caminhos.
 

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