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Novello Dariella
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30 de nov de 2020
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L Brands nomeia novo CEO para Victoria's Secret Lingerie e renova gestão

Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
30 de nov de 2020

O retalhista de moda americana L Brands, empresa-mãe das marcas Victoria's Secret e Bath & Body Works, anunciou novas nomeações na gestão da Victoria's Secret. Primeiro, nomeou Martin Waters CEO da Victoria's Secret Lingerie com efeito imediato, substituindo John Mehas, que se encontrava no cargo desde fevereiro de 2019.


Twitter @victoriassecret


Além disso, Laura Miller foi nomeada diretora de Recursos Humanos (RH) da Victoria's Secret; Becky Behringer foi promovida a vice-presidente executiva de Vendas e Operações de Lojas da América do Norte; e Janie Schaffer tornou-se diretora de Design da Victoria's Secret Lingerie.
 
O novo CEO da Victoria's Secret Lingerie reportará a Stuart Burgdoerfer, CEO interino da Victoria's Secret e diretor financeiro (CFO) da L Brands. Waters ingressou na L Brands em 2008 como líder da divisão internacional e, sob a sua liderança, o negócio cresceu para mais de 700 lojas globalmente. Antes de entrar para a L Brands, foi CEO da retalhista europeia de beleza e saúde, Boots International.

Com mais de 30 anos de experiência em RH, Laura Miller atuou como diretora de Recursos Humanos da Royal Caribbean Cruise Lines, e foi diretora de Recursos Humanos da ADT, Coca Cola Refreshments, além de ter ocupado várias funções de RH na Raytheon Company.
 
Becky Behringer ingressou na Victoria's Secret em 2002 e, mais recentemente, ocupou o cargo de vice-presidente de Operações de Lojas da Victoria's Secret, onde coordenou as ações da empresa no contexto da pandemia de COVID-19.
 
Janie Schaffer conta com mais de 30 anos de experiência no retalho, principalmente no setor de moda íntima. Anteriormente, trabalhou como diretora de Lingerie e Beleza na retalhista britânica Marks and Spencer. De 2008 a 2012, foi responsável pelo Design da Victoria's Secret Lingerie e, antes, fundou e vendeu posteriormente a marca de moda íntima Knickerbox, no Reino Unido.
 
As nomeações ocorrem num momento em que a Victoria's Secret, que também administra a marca Pink, tenta relançar-se depois de ter sofrido quedas significativas nas vendas e danos na sua imagem de marca nos últimos anos. Em fevereiro, a L Brands anunciou planos de vender uma participação maioritária na marca para a empresa de investimentos Sycamore Partners por 525 milhões de dólares (437,76 milhões de euros). No entanto, a Sycamore retirou a oferta em abril, provocando uma queda de 27% nas ações da L Brands.
 
Em maio, a L Brands anunciou a decisão de separar a Victoria's Secret do grupo, tornando-a uma empresa independente, o que permitiu à marca de lingerie e Bath & Body Works operarem como entidades separadas. O plano de spin-off, que ainda não foi finalizado, inclui o fecho de aproximadamente 250 lojas Victoria's Secret nos EUA e Canadá em 2020.
 
Em setembro, a L Brands informou que a retalhista britânica Next Plc iria adquirir uma participação maioritária na Victoria's Secret UK como parte de uma joint-venture recém-formada. Os termos financeiros do negócio não foram divulgados.
 
No início deste mês, o grupo anunciou que registou um lucro líquido de 330,58 milhões de dólares (277,68 milhões de euros), ou 1,17 dólar por ação (0,97 cêntimos), no terceiro trimestre, em comparação com um prejuízo de 251,99 milhões de dólares (211,67 milhões de euros), ou 0,91 centavos por ação (0,75 cêntimos), no mesmo período do ano passado. Desde o início do ano, as receitas da empresa caíram -14,4% num ano, passando de 8,21 bilhões de dólares (6,9 bilhões de euros) para 7,03 bilhões de dólares (5,91 bilhões de euros).
 

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