Lucro da Ferragamo cai 14% em 2018 pressionado pelos custos de reestruturação

A marca italiana de calçado Salvatore Ferragamo registou uma queda de 14% nas suas receitas em 2018, afetadas pelos custos do plano de reestruturação elaborado após a queda nas vendas.


@ferragamo

A empresa especializada em artigos de couro de luxo luta há dois anos para rejuvenescer a marca e cativar os clientes mais jovens.
 
Em julho, a empresa nomeou uma nova diretora-executiva, Micaela Le Divelec, depois de uma tentativa falhada de modernizar o negócio por parte do anterior diretor, Eraldo Poletto, que renunciou após menos de dois anos no cargo.

A Ferragamo declarou na terça-feira que o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) caiu para 214 milhões de euros em 2018, em linha com as expectativas dos analistas, segundo dados da Refinitiv.

A empresa já havia anunciado em janeiro uma queda de 1,4% nas vendas comparáveis da totalidade do ano.
 
A Ferragamo, que reduziu os seus dividendos para 0,34 euros por ação, contra 0,38 euros há um ano, explicou num comunicado que tem pouca visibilidade no ambiente macroeconómico e mercado atual e que está a trabalhar para restabelecer um crescimento sustentável a médio prazo.

Traduzido por Estela Ataíde

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