×
Por
AFP
Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
29 de out. de 2020
Tempo de leitura
2 Minutos
Partilhar
Fazer download
Fazer download do artigo
Imprimir
Clique aqui para imprimir
Text size
aA+ aA-

LVMH e Tiffany novamente dispostas a unir-se, mas a um custo inferior

Por
AFP
Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
29 de out. de 2020

A LVMH e a Tiffany fizeram as pazes e decidiram voltar a unir os seus caminhos após romperem o compromisso em setembro, mas, segundo foi anunciado esta quinta-feira, a um custo inferior para a gigante mundial do luxo.



A LVMH terá de pagar 131,50 dólares por ação à empresa de joalharia americana, contra os 135 inicialmente previstos.
 
Os dois grupos "chegaram hoje a um acordo que modifica vários termos do acordo de fusão celebrado em novembro de 2019" e, "nos termos deste acordo, o preço da oferta foi reduzido e agora é de 131,50 dólares por ação e foi reforçada a certeza da conclusão da transação", explicou a LVMH através de um comunicado à imprensa.

Em comparação com os 16,2 mil milhões de dólares inicialmente previstos, isto representa "uma redução em torno de 425 milhões", disse à AFP uma fonte próxima do dossier. O que implica um montante final de cerca de 15,775 mil milhões de euros.

"Este acordo equilibrado alcançado com o conselho de administração da Tiffany permite que a LVMH trabalhe na aquisição da Tiffany com total serenidade e retome as conversações com a direção da Tiffany sobre os termos da integração", declarou o CEO da LVMH, Bernard Arnault, citado no comunicado de imprensa como estando "mais convencido do que nunca do formidável potencial da marca americana."
 
"Continuamos a acreditar no poder e valor da marca Tiffany e nos inegáveis benefícios estratégicos e financeiros a longo prazo desta união", disse Alessandro Bogliolo, CEO da Tiffany.
 
A expectativa é que esta união seja definitivamente selada em janeiro, após ser realizada uma assembleia geral na Tiffany no início desse mês, já que o novo acordo requer a aprovação dos acionistas, de acordo com a mesma fonte.

Assim que for dada luz verde para a operação, a união poderá ser oficializada, já que as autorizações já concedidas pelas autoridades competentes continuam válidas para este novo acordo.

Copyright © AFP. Todos os direitos reservados. A Reedição ou a retransmissão dos conteúdos desta página está expressamente proibida sem a aprovação escrita da AFP.