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Por
EFE
Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
3 de out. de 2022
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3 Minutos
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Marca de joalharia Suárez destina 10 milhões a novas inaugurações em Espanha e no México

Por
EFE
Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
3 de out. de 2022

A marca espanhola de alta joalharia prevê investir mais de 10 milhões de euros no próximo ano no seu plano de expansão nacional e internacional, com a abertura de quinze novas lojas em Espanha e no México e a aposta em Portugal, país em que equaciona crescer para além do El Corte Inglés.


Suárez


Em entrevista à EFE, o CEO do grupo, Juan Suárez, terceira geração da família, explica que a marca vai encerrar este ano com meia centena de pontos de venda, após a abertura ou remodelação de quinze lojas, com um investimento superior a 12 milhões de euros.
 
Fundada em Bilbau em 1943, a Suárez está presente noutras cidades como Madrid, Barcelona, Marbella, San Sebastián, Sevilha, Santander ou, mais recentemente, Málaga, onde abriu uma loja na central calle Marqués de Larios, onde estão presentes as principais marcas de moda e luxo, à qual destinou mais de um milhão de euros.

Até ao final do ano, a marca de joalharia também planeia abrir em cidades como Valladolid, Gran Canaria e Córdoba e reformar as instalações em Valência e Paseo de Gracia em Barcelona, que comemora o seu vigésimo aniversário no próximo ano.
 
Com uma força de trabalho de cerca de 600 trabalhadores, a Suárez decidiu em plena crise da Covid dar o salto para o estrangeiro e entrar no México através do grupo de grandes armazéns El Palacio de Hierro. Atualmente, conta com dois pontos de venda na Cidade do México e planeia crescer com novas aberturas.
 
A capital mexicana continua a ser o objetivo preferencial da marca, que não descarta chegar a outras cidades "muito interessantes" no futuro, como Querétaro, Guadalajara ou Monterrey, onde já está presente a Aristocrazy, a marca de joalharia mais acessível do Grupo Suárez, direcionada a um público mais jovem.

O outro país onde a Suárez está presente é Portugal, onde desembarcou este ano com a ajuda do El Corte Inglés, nos centros comerciais que o grupo de distribuição tem em Lisboa e no Porto.
 
Neste caso, a marca joalheria prefere ser mais cautelosa e analisar bem o mercado antes de impulsionar a sua expansão, já que é um país novo para a empresa e "não há massa crítica", detalha Juan Suárez.
 
A empresa descarta chegar a outros países por enquanto, já que o investimento em novas lojas é "tremendamente caro" e a Suárez "é uma empresa 100% familiar com recursos financeiros 100% familiares". "Assim, contribuímos para uma expansão sustentável", comenta o executivo, que assumiu as rédeas do grupo em junho passado.
 
Olhando para o próximo ano, a empresa espera continuar a crescer em Espanha e no México com a abertura de quinze novas lojas, uma dúzia das quais no mercado doméstico. Prevê também a remodelação integral da sua flagship store, em Bilbau, onde Emiliano Suárez Faffián, avô do atual CEO, fundou a marca há quase oitenta anos.

Apesar dessa pequena loja de Bilbau ter acabado por se tornar num dos principais grupos de joalharia da Europa, o CEO sublinha que a Suárez continua a ser uma empresa artesanal, pelo que cada peça é única, e os designs são feitos com base na matéria-prima.
 
Além disso, controla todas etapas da cadeia, da compra das pedras preciosas, como diamantes, esmeraldas, safiras ou rubis, até ao design e ao fabrico.
 
"É uma cadeia completamente verticalizada, na qual controlamos a qualidade do início ao fim, tanto no produto quanto no atendimento", comenta Juan Suárez.

A marca, que este ano vai ultrapassar o nível de vendas de 2019, anterior à pandemia, está a ponderar lançar uma coleção de joalharia masculina, já que cada vez mais pessoas consomem este tipo de produto de luxo e "é preciso dar uma solução ao que os clientes procuram".
 
“Ainda não há prazos, mas é algo que temos em mente e que gostaríamos de abordar”, diz Suárez, que afirma que a coleção masculina não será lançada este ano, mas “talvez” no próximo.

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