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Agência LUSA
Publicado em
3 de abr. de 2014
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Nova exposição permanente do MUDE vai dar destaque ao design português

Por
Agência LUSA
Publicado em
3 de abr. de 2014

Lisboa - O MUDE – Museu do Design e da Moda, em Lisboa, inaugura, na quinta-feira (3), uma nova exposição permanente, na qual, pela primeira vez, “poderá começar a ver-se a evolução do design português", segundo a diretora, Bárbara Coutinho.

Em entrevista à agência Lusa, na véspera da inauguração da terceira exposição permanente do museu, desde a inauguração, em 2006, no antigo edifício do Banco Nacional Ultramarino, localizado no centro da capital, a responsável falou do presente e do futuro do MUDE.

Um dos espaços do museu com uma exposição anterior do criador de moda Felipe Oliveira Baptista. Foto: DR


Totalmente renovada, a nova exposição permanente vai apresentar 190 peças, oitenta por cento delas nunca mostradas ao público, segundo Bárbara Coutinho, que decidiu manter o título anterior da mostra, "Único e Múltiplo", com o objetivo de conservar o discurso histórico e a organização cronológica. "Antes de o museu abrir havia esta lacuna muito grave num país com tantos cursos de design, sem um espaço museológico que mostrasse a evolução da disciplina", comentou Bárbara Coutinho, referindo que o MUDE recebe cada vez mais visitas de escolas.

Para a diretora do museu é importante que a exposição permanente mantenha o discurso da história do início e evolução do design, ao longo do século XX. "Esta é a exposição mais consistente e coerente apresentada até hoje", sublinhou Bárbara Coutinho à Lusa, acrescentando que "demonstra a maior maturidade do MUDE e da sua equipa".

No amplo espaço do piso zero do museu, que mantém o teto descarnado, as peças estão reunidas em diálogo, em conjuntos compostos por mobiliário, luminária, vestuário e acessórios, eletrodomésticos e pequenos objetos.

Bárbara Coutinho relatou que a mostra final resulta de um estudo ao acervo do museu – que inclui as 2.500 peças de moda e design da Coleção Francisco Capelo – iniciado em agosto do ano passado.

"Mantendo a mesma estrutura, passamos a dar um enfoque às peças que nunca foram expostas. Podem não ser as mais icónicas, mas são muito importantes para perceber os antecedentes", sustentou, destacando que alguns dos vestidos mostrados foram alvo de restauro.

Um dos aspetos mais fortes desta exposição, segundo a diretora, também consequência da investigação feita à coleção e fruto de doações, é o conjunto de peças de criadores portugueses.

"Pela primeira vez, esta exposição vai começar a permitir mostrar uma evolução do design português", salientou, apontando peças como as cadeiras criadas por Pardal Monteiro e António Sena da Silva.

A diretora do MUDE tem notado, nos últimos anos, uma "recetividade cada vez maior dos colecionadores" em ceder ou doar peças ao museu: "Há uma progressiva consciência de que o Museu do Design existe e que também é a casa do design português".

Das 190 peças, 160 pertencem ao acervo fundador do museu, a Coleção Francisco Capelo, e as restantes 30 – sobretudo de design português – provêm de aquisições, doações e depósitos de designers e colecionadores.

Integram a exposição peças de autores menos conhecidos do grande público, mas importantes para o desenvolvimento do design, como Jean Pascaud, Ico Parisi & Louisa Parisi, André Bloc, Finn Juhl, Jean Pierre Vitrac e Gunter Beltzig.

Entre os artistas representados estão também Poul Volther, George J. Sowden, Borek Sipek, Dan Friedman, Garouste & Bonetti, Masanori Umeda, Martin Szekely, Romeo Gigli. Ross Lovegrove, Marc Newson, Tom Dixon, Ron Arad, Michael Young e Jasper Morrison também vão estar representados.

No design de moda, incluem-se peças recentemente restauradas, juntamente com propostas dos estilistas Madame Grés, Hermès, Christian Dior, Chanel ou Pierre Balmain. Entre os autores portugueses, agora mais representados, segundo o MUDE, vão estar peças de Pardal Monteiro, Eduardo Anahory, António Sena da Silva, António Garcia, Sebastião Rodrigues, Daciano da Costa, Filipe Alarcão, Marco Sousa Santos e Pedro Silva Dias.

A nova exposição é inaugurada na quinta-feira, às 18:30, no piso zero do MUDE.

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