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9 de nov. de 2016
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O milionário mercado da Internet das coisas estaria em crise?

Publicado em
9 de nov. de 2016

Realizando uma volta em um parque e reparando as pessoas, rapidamente podemos encontrar alguém com alguma pulseira ou relógio conetado à Internet. Mas será que, na realidade, avançamos na direção dessa tecnologia? Ela realmente anda popular como se imaginava há um ano?

Relógios, pulseiras e outros tantos objetos conetados representam a Internet das coisas. Um mercado milionário, que deve fechar no vermelho este ano, pela primeira vez - Foto: DR


Um recente levantamento sobre os negócios da Internet das coisas (da sigla inglesa IoT) mostra uma curva decrescente e preocupante para a tecnologia. Aos números: foi a partir de 2012 que o mercado de IoT não parou de crescer e um dos seus impulsionadores foi a FitBit – a empresa conhecida pelas pulseiras que analisam de batimento cardíaco a outros comportamentos do corpo em tempo real.

Um dos argumentos que levantam essa hipótese foi o péssimo desempenho da FitBit na bolsa digital americana Nasdaq. No ano passado, por exemplo, a empresa viu uma valorização de 4.100 milhões de dólares na sua Oferta Pública Inicial (IPO), mas sofreu uma erosão na semana passada: no último dia 3 de novembro, a IPO chegou a 1.900 milhões de dólares. E ela não foi a única. O setor também pisou bruscamente no freio.

A hipótese foi levantada por analistas da CBInsight, uma empresa norte-americana que analisa indicadores económicos de diversas empresas. Segundo sua projeção, o ano de 2016 de IoT deve registar uma retração de 5% na comparação com os números do ano passado – a primeira queda desde 2012. Por outro lado, há outros indícios apresentados pelos analistas. Para aceder ao artigo (em inglês), clica AQUI.

Fonte: Consumidor Moderno

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