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Stylo Urbano
Publicado em
5 de set. de 2016
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3 Minutos
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Partido feminista inglês quer dar fim à magreza na indústria da moda

Por
Stylo Urbano
Publicado em
5 de set. de 2016

O Partido da Igualdade das Mulheres (The Women's Equality Party/WEP), em Inglaterra, lançou uma campanha sem antecedentes, para inserir uma maior diversidade corporal feminina na indústria da moda, com a ajuda do presidente da câmara municipal, Sadiq Khan, e outras organizações, a fim de pressionar o Conselho Britânico de Moda (British Fashion Council), o organizador da London Fashion Week, a ceder às suas exigências.

Um objetivo: mulheres livres da tirania da magreza na moda. - Foto: Reprodução

 
campanha do WEP pretende combater o uso excessivo de numerações pequenas de roupa e manequins abaixo do peso, nos desfiles e campanhas de moda, que traz um contributo para uma crise de saúde pública no país, com forte impacto económico anual. 
 
O partido quer que as modelos com Índice de Massa Corporal/IMC menor que 18,5 sejam examinadas por médicos credenciados para avaliar sua saúde e que os criadores, na London Fashion Week, criem dois tamanhos de amostra, sendo um tamanho 46, além do compromisso das revistas de moda de incluir pelo menos uma manequim 'plus size' por edição do evento.

O partido lançará uma campanha nos médias sociais #NoSizeFitsAll para coincidir com a Semana de Moda de Londres, que decorre de 16 a 20 de setembro, convidando mulheres a compartilhar imagens de si nos médias sociais ou enviar correio eletrónicos ao Conselho Britânico de Moda, a fim de pressionar a organização.
 
Sophie Walker, líder do WEP, pretende pedir ao presidente da câmara municipal de Londres Sadiq Khan para retirar o apoio conferido à London Fashion Week, caso as exigências não sejam atendidas, e convidar Maria Miller, presidente da "Comissão de Igualdade das Mulheres" a realizar uma audiência pública em que os criadores serão inquiridos sobre porque motivo suas peças são feitas considerando um nível de magreza inatingível para a maioria das mulheres.
 
Em um comunicado, em seu sítio web, o partido define sua agenda para o lançamento da campanha: "Os distúrbios alimentares afetam 1,6 milhão de pessoas em Inglaterra, 89% de mulheres. As idades de 14-25 anos formam o grupo demográfico mais afetado por transtorno alimentar, sendo que 5% de meninas e mulheres sofrem de anorexia, a doença psiquiátrica mais mortal (10-20% dos casos são fatais)".

Sophie Walker, líder do WEP - Foto: reprodução

 
Por outro lado, o Conselho Britânico de Moda já tem diretrizes em vigor para verificar a saúde das manequins e seu bem-estar. O partido descreve a iniciativa como uma oportunidade de "sensibilização para as questões de imagem corporal sofridas por mulheres e meninas e para uma discussão sobre o impacto significativo e de longo alcance sobre a idealização da indústria da moda de um tamanho único e muito pequeno".

O partido feminista inglês pretende lutar contra a tirania da magreza na indústria da moda, mas também poderia lutar contra a tirania da sharia islâmica, importada para Inglaterra de países vistos como antidemocráticos do Médio Oriente, onde as mulheres são reprimidas e obrigadas a usar as burcas e véus para se cobrir. Afinal não estamos a falar de moda?
 
(Com informações do The Guardian)

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