Portojoia celebra 30 anos em setembro

A Portojoia - Feira Internacional de Joalharia, Ourivesaria e Relojoaria regressa de 26 a 29 de setembro à Exponor para celebrar o seu 30.º aniversário com uma edição dedicada ao passado e futuro da joalharia nacional. Sob o mote “Roots and Wings”, o evento vai atrair cerca de 150 expositores, reunindo técnicas tradicionais, marcas internacionais e novos criadores.
 
A Portojoia regressa de 26 a 29 de setembro com uma edição dedicada ao passado e futuro da joalharia nacional. - Fotografia: Divulgação

“Queremos que esta edição se diferencie de todas as outras.” Quem o diz é Carla Maia, diretora de marketing da Exponor Exhibitions, acrescentando: “Não só porque comemoramos 30 anos, mas porque sentimos que o setor da joalharia portuguesa se encontra numa dinâmica de constante evolução e adaptação que merece e deve ser divulgada.” Partindo do mote “Roots and Winds”, a organização do evento quer nesta próxima edição “valorizar as marcas tradicionais” e, simultaneamente, dar “visibilidade às gerações de designers mais recentes”, indica a responsável em comunicado.
 
Procurando fazer “a ponte entre a tradição da arte e a visão global do design”, esta 30.ª edição da Portojoia quer apresentar um setor que faz uso das suas técnicas mais tradicionais e as adapta aos novos conceitos de consumo para se afirmar um pouco por todo o mundo. “É nesta dicotomia equilibrada que, em simultâneo, se valorizam as técnicas mais ancestrais e se destacam peças versáteis marcadas pela globalização e interculturalidade”, pode ler-se no comunicado.
 
Nesta edição, os visitantes poderão ainda descobrir o espaço Trend Spot, onde estarão em exposição as joias que melhor representam quatro tendências: Roots & Wings, Mentes Viajantes, Soft Power – o intelectual rebelde e Espiritualidade, bem como a iniciativa Art & Jewels, que foi lançada na edição passada e tem como propósito a promoção de parcerias entre a joalharia e setores como a moda, a decoração, a ilustração ou a cerâmica. Na última edição, foram apresentadas, entre outras, a parceria entre a designer de joias Joana Santos e a marca de calçado Nobrand, que desenvolveram duas palas que se transformam em colar ou pulseira e encaixam no calçado, ou ainda a criação de Lia Gonçalves e Gonçalo Peixoto: a integração de uma joia num camiseiro.
 
As iniciativas paralelas incluem ainda a atribuição do “Prémio Best Of 2019”, que reconhece o talento e criatividade do setor, e uma série de conferências. No primeiro dia, Rui Galopim, da CIBJO – The World Jewellery Confederation, falará sobre “Comércio ético e responsável em diamantes, pedras de cor, pérolas e corais – o que fazer e o que evitar”, seguindo-se a intervenção de André Costa, da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, que falará sobre “Documentação internacional – exportação temporária e definitiva”. No dia 27 de setembro, Luísa Pedroso e Marta Cabido, fundadoras da Mel Jewel, vão discutir “Online vs offline – o backstage de uma marca digital”, enquanto, no dia seguinte, Jorge Sequeira convida a “Dar ao pedal” num team building de formação e gestão comportamental.

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