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AFP
Publicado em
3 de jun. de 2015
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2 Minutos
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Publicidade da Saint Laurent proibida por causa de manequim "morbidamente magra"

Por
AFP
Publicado em
3 de jun. de 2015

Uma publicidade realizada para a Saint Laurent, veiculada na revista Elle UK, foi proibida pela autoridade de regulação da publicidade no Reino Unido, que julgou que a manequim em evidência está "morbidamente magra".

Nesta foto em preto e branco, uma mulher está deitada no chão, com as mãos nos cabelos. A manequim longilínea usa um vestido preto curto com um decote profundo.


A autoridade britânica de monitoramento da publicidade (ASA), que interveio depois de ter recebido uma queixa, considerou que a pose da manequim e a iluminação desta publicidade atraiam particularmente a atenção para seu busto onde “se vê as costelas e as pernas da manequim, que aparecem muito magras”, na sua decisão publicada esta quarta-feira (03).
 
"Nós consideramos assim que a manequim parece morbidamente magra nesta imagem e concluímos que esta publicidade é irresponsável", acrescentou o órgão de controle.

A ASA explicou que a YSL "havia apontado estar em desacordo com a visão das partes queixosas sobre o fato de que a manequim estava morbidamente magra", mas não forneceu resposta detalhada.
 
A revista Elle UK, na qual a publicidade foi veiculada, disse à ASA não ter nenhum comentário a fazer sobre a queixa.
 
A decisão significa que a publicidade não deve ser veiculada sob sua forma atual.
 
Nos inícios de abril, em uma ofensiva contra os danos da anorexia, os deputados franceses votaram a proibição do recurso a manequins magras em demasia e desnutridas, para o desgosto das agências que se dizem vítimas de uma "estigmatização".
 
Outros países como Espanha, Itália, Bélgica, Chile e Israel já tomaram disposições legislativas ou regulamentares sobre este assunto.
 
Esta nova medida ocorreu em França no dia seguinte à criação de um delito de incitação à magreza excessiva.
 
A anorexia mental atinge de 30.000 a 40.000 pessoas em França, mulheres em uma esmagadora maioria (90%), e está entre as patologias psiquiátricas que apresentam a maior mortalidade.

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