×
Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
2 de jul. de 2021
Tempo de leitura
2 Minutos
Partilhar
Fazer download
Fazer download do artigo
Imprimir
Clique aqui para imprimir
Text size
aA+ aA-

Richemont adquire a marca belga Delvaux

Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
2 de jul. de 2021

A Richemont expande o seu portfólio de moda e acessórios. O grupo com sede na Suíça e proprietário de marcas como a Cartier, Net-à-Porter, Chloé, Dunhill e Alaïa, anunciou na quarta-feira (30 de junho) a aquisição da histórica marca belga de artigos de couro Delvaux. Fundada em 1829 em Bruxelas, a marca de luxo pertencia desde 2011 à First Heritage Brands, uma empresa de investimentos do grupo de Hong Kong, Fung Brands (Li & Fung). O valor da transação não foi divulgado.


Richemont adquireDelvaux,marca histórica belga de artigos de couro fundada em 1829 - delvaux.com


Antes da crise ocasionada pelo coronavírus COVID-19, a empresa havia reportado um volume de negócios anual superior a 100 milhões de euros, atingido através da sua rede de 50 lojas, e do canal grossista. A primeira loja online foi lançada na primavera de 2020.

No ano passado, a diretora artística da marca, Christina Zeller, que ocupava o cargo desde 2017, decidiu desligar-se da empresa por “motivos pessoais” após 10 anos na Delvaux. Desde então, o estúdio criativo ocupa esta posição. A aquisição pelo grupo Richemont deve ser acompanhada nos próximos meses pela nomeação de um novo nome à frente do Design.


Interior da boutique Delvaux - Delvaux


Esta aquisição deverá permitir à marca de bolsas “alcançar a sua próxima fase de desenvolvimento, ao aproveitar a presença global e capacidades digitais do grupo, de forma a desenvolver as oportunidades omnicanal e o envolvimento com o cliente", afirma o comunicado de imprensa enviado pelo grupo de luxo, que publicará os resultados referentes ao primeiro trimestre do ano fiscal 2021/2022 no dia 16 de julho.

Durante o último ano fiscal (encerrado no final de março), a Richemont viu as suas vendas caírem 8%, para 13,1 mil milhões de euros. Após um primeiro semestre delicado (-26%), a atividade recuperou no quarto trimestre (+ 30%), graças ao dinamismo das marcas de joias, das vendas online e do mercado chinês.
 

Copyright © 2021 FashionNetwork.com. Todos os direitos reservados.