
Helena OSORIO
9 de mai. de 2023
Riopele prevê para 2023 novas reduções entre 12% e 15% com a instalação de um novo parque solar

Helena OSORIO
9 de mai. de 2023
Em 2023, as fontes de energia renováveis da Riopele já asseguraram, e pela primeira vez, mais de 50% do seu consumo energético, informa a empresa sedeada em Pousada de Saramagos, Vila Nova de Famalicão, que é atualmente uma das mais antigas empresas têxteis portuguesas e uma referência internacional na criação e na produção de tecidos para a moda. "É um marco significativo", diz em comunicado o presidente da Riopele, José Alexandre Oliveira, defendendo que os resultados “representam um esforço conjunto de todos os sectores da empresa, levando todas as operações da empresa a um impacto ambiental zero em quatro anos”, revela.

A empresa têxtil fundada em 1927, a quatro anos do seu centenário, tem apostado em transição digital e sustentabilidade, com o objetivo de potenciar um impacto ambiental positivo. Um exemplo a seguir
“Reconhecemos a necessidade urgente de nos livrarmos da nossa pegada de carbono e trabalhar para um futuro mais sustentável”, reforça o presidente, defendendo que “as empresas têm um papel importante a desempenhar na luta contra as alterações climáticas, pelo que estamos empenhados em atingir a nossa neutralidade carbónica o mais rapidamente possível e consideramos que seria simbólico atingir este marco no ano do nosso centenário”, conclui.
Estes esforços levaram a pegada de carbono da Riopele a recuar 12% em 2022 em relação ao ano anterior, prevendo, para 2023 novas reduções entre 12% e 15%. Para tal, a instalação do novo parque solar, com uma capacidade de produção de cerca de 6MW, contribui definitiva e eficazmente.

"As nossas práticas de sustentabilidade estão no centro de tudo o que fazemos, não havendo nenhuma parte da Riopele que não esteja envolvida", divulga por sua vez a empresa num post da sua conta de Instagram. "Estamos empenhados em reduzir a nossa pegada de carbono e em cumprir o Acordo de Paris. Como uma das primeiras empresas têxteis a calcular a nossa pegada de carbono nos três níveis, estamos a tomar medidas concretas para nos tornarmos operacionalmente neutros em carbono até 2027", acrescenta em @riopele.pt.
"Estamos empenhados em atingir os nossos objetivos ambientais, incluindo o aumento da utilização de matérias-primas recicladas, a conceção para a circularidade, a criação de tecidos que durem mais tempo e a adoção de tecnologias de ponta para processos de produção mais eficientes", salienta também. "Os nossos esforços para dar prioridade à sustentabilidade não passaram despercebidos. E orgulhamo-nos de ter recebido certificações como a STeP by OEKO-TEX® – Produção Têxtil Sustentável – ao mais alto nível de classificação, que é uma das certificações mais exigentes para a produção têxtil sustentável", conclui.
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