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Sears: oferta de compra do presidente Edward Lampert aprovada

Por
Ansa
Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
today 8 de fev de 2019
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access_time 2 Minutos
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O juiz americano Robert Drain aprovou na quinta-feira (7) a venda da Sears Holding Corp. ao seu presidente Edward Lampert por 5,2 mil milhões de dólares, o que permitirá que a rede evite a falência  e preserve milhares de empregos.


Reuters


425 pontos de venda permanecerão abertos e 45 mil empregos serão preservados. Números pequenos em comparação com o passado glorioso da Sears que, num dos melhores momentos da sua história, contava com 355 mil funcionários e 3.500 pontos de venda. Mas, com o passar dos anos, os consumidores começaram a migrar para os grandes armazéns e, para a Sears, as consequências foram grandes: desde o início da década, a empresa acumulou perdas de mais de 10 mil milhões de dólares.

Um ícone do retalho americano durante a maior parte do século XX, em 1880, a Sears era uma versão inicial da Amazon: vendia de tudo para todos através dos seus catálogos entregues nos lares americanos. Livros de mil páginas nos quais era possível encontrar praticamente tudo, até ópio e cocaína durante um determinado período.

Nos seus 125 anos de história, a empresa foi pioneira no lançamento de marcas que ainda hoje são protagonistas do mercado e, após a Segunda Guerra Mundial, abriu caminho para o boom dos centros comerciais e foi a primeira rede a introduzir estacionamento nos seus pontos de venda, além de ter sido também a primeira a abrir aos domingos.

As primeiras dificuldades da Sears surgiram nas décadas de 70 e 80, com a ascensão da Walmart e da Costco, das quais não se conseguiu defender. Depois veio a revolução da Amazon, que a derrubou.

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